Redação

Fazenda paga R$ 173 milhões em despesas vinculadas à folha de janeiro

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Fazenda

20/02/2018 às 13:46

Fazenda paga R$ 173 milhões em despesas vinculadas à folha de janeiro

Recursos são para casos em que servidor autorizou descontar de seus vencimentos valores devidos a instituições bancárias ou entidades sindicais - Foto: Arquivo/Palácio Piratini - Download HD (773,00 kB)

Cinco dias após quitar os salários para os servidores do Poder Executivo, a Secretaria da Fazenda efetua nesta terça-feira (20) o pagamento de R$ 173 milhões em compromissos ainda vinculados à folha do mês de janeiro. São compromissos onde o servidor autorizou descontar dos seus vencimentos valores devidos para instituições bancárias (empréstimo consignado e outros) ou entidades sindicais. 

Do total das consignações, o principal repasse do Tesouro do Estado é para o Banrisul, que chega a R$ 116 milhões. A folha líquida dos servidores ativos, inativos e pensionistas fechou no mês passado em R$ 1,253 bilhão. Desta maneira, o gasto bruto com os salários passou de R$ 1,426 bilhão.

Ao longo do mês de janeiro, a receita bruta chegou a R$ 2,972 bilhões. Neste mesmo período, as despesas bateram na casa de R$ 3,888 bilhões. Houve uma insuficiência financeira na ordem de R$ 900 milhões.

Confira o Informe Financeiro publicado pelo Tesouro do Estado.

Texto: Pepo Kerchner/Sefaz
Edição: Gonçalo Valduga/Secom


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Agências FGTAS/Sine oferecem mais de 2,8 mil vagas de trabalho

As Agências FGTAS/Sine oferecem 2.814 vagas de trabalho no estado. Interessados em se candidatar às vagas de emprego devem comparecer à unidade mais próxima com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). Os endereços e horários de funcionamento das Agências FGTAS/Sine estão disponíveis no site da FGTAS

RS

No Rio Grande do Sul, as ocupações com os maiores números de vagas são alimentador de linha de produção (427 vagas), atendente de lojas e mercados (163), operador de caixa (108), armazenista (84), auxiliar nos serviços de alimentação (79) e vendedor de comércio varejista (75). Das 2.814 vagas oferecidas, 66,6% das vagas não exigem experiência; 26% exigem Ensino Fundamental completo e 23,56%, Ensino Médio completo.

Com relação ao setor econômico, 36,6% das vagas pertencem à indústria; 31,5%, ao setor de serviços; 22,4%, ao comércio; 3,5%, à construção civil e 2,7%, à agropecuária. O salário de 88,9% das vagas varia de R$ 954 a R$ 2.862. As Agências FGTAS/Sine com os maiores números de oportunidades de emprego são Pelotas (287), Capão da Canoa (194), Esteio (117), Cruz Alta (101), Caxias do Sul (93) e Porto Alegre Centro (90).

RMPA

Há 770 vagas de emprego abertas na Região Metropolitana de Porto Alegre. Desse total, 65% das vagas exige experiência; 39,6% exige Ensino Médio completo e 36,2%, Ensino Fundamental completo. No que tange ao setor econômico, 34,9% das vagas pertencem à indústria; 34,3%, aos serviços; 29,1%, ao comércio e 1,2%, à construção civil.As ocupações com os maiores números de vagas são operador de caixa (54), repositor de mercadorias (45), caldeireiro (40), instalador-reparador de equipamentos (40) e auxiliar nos serviços de alimentação (38). As Agências FGTAS/Sine com os maiores números de oportunidades de emprego são Esteio (113), Porto Alegre Centro (90), Canoas (85), Cachoeirinha (60), Igrejinha (40) e Estância Velha (40). O salário de 88% das vagas varia de R$ 954 a R$ 2.862.

Porto Alegre

Porto Alegre dispõe de 206 vagas de trabalho. Desse total, 65,53% das vagas exigem experiência; 64,56%, Ensino Médio completo e 16,5%, Ensino Fundamental completo. Com relação ao setor econômico, 56,3% das vagas pertencem ao comércio; 39,8%, aos serviços; 2,4%, indústria e 1%, construção civil. As ocupações com os maiores números de vagas são instalador-reparador de equipamentos (40), operador de caixa (31), repositor de mercadorias (30), vendedor de comércio varejista (23), promotor de vendas (16) e assistente de vendas (14).

O salário de 86,9% das vagas varia de R$ 954 a R$ 1.908. Em Porto Alegre, a FGTAS dispõe de quatro Agências FGTAS/Sine:

- Centro (Rua José Montaury, 31): atendimento das 8h às 17h
- Azenha (Avenida Dr. Carlos Barbosa, 618): atendimento das 8h às 17h
- TudoFácil Centro (Rua Borges de Medeiros, 521): atendimento das 7h30 às 19h30
- TudoFácil Zona Sul (Avenida Wenceslau Escobar, 2666): atendimento das 7h30 às 19h30.

Texto: Jaíne Martins/ Ascom FGTAS
Edição: Léa Aragón/ Secom

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Agências FGTAS/Sine oferecem mais de 2,8 mil vagas de trabalho

As agências FGTAS/Sine oferecem 2.814 vagas de trabalho no Rio Grande do Sul. Interessados em se candidatar às vagas de emprego devem comparecer à unidade mais próxima com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). Os endereços e horários de funcionamento das agências FGTAS/Sine estão disponíveis no site da FGTAS.

Rio Grande do Sul

No RS, as ocupações com os maiores números de vagas são: alimentador de linha de produção (427 vagas), atendente de lojas e mercados (163), operador de caixa (108), armazenista (84), auxiliar nos serviços de alimentação (79) e vendedor de comércio varejista (75). Das 2.814 vagas oferecidas, 66,6% não exigem experiência; 26% exigem Ensino Fundamental completo e 23,56%, Ensino Médio completo.

Com relação ao setor econômico, 36,6% das vagas pertencem à indústria; 31,5%, ao setor de serviços; 22,4%, ao comércio; 3,5%, à construção civil; e 2,7%, à agropecuária. O salário de 88,9% das vagas varia entre R$ 954 e R$ 2.862. As agências FGTAS/Sine com os maiores números de oportunidades de emprego são Pelotas (287), Capão da Canoa (194), Esteio (117), Crus Alta (101), Caxias do Sul (93) e Porto Alegre Centro (90).

Região Metropolitana

Há 770 vagas de emprego abertas na Região Metropolitana de Porto Alegre. Desse total, 65% das oportunidades exigem experiência; 39,6% exigem Ensino Médio completo; e 36,2%, Ensino Fundamental completo. No que tange ao setor econômico, 34,9% das vagas pertencem à indústria; 34,3%, aos serviços; 29,1%, ao comércio; e 1,2%, à construção civil.

As ocupações com os maiores números de vagas são operador de caixa (54), repositor de mercadorias (45), caldeireiro (40), instalador-reparador de equipamentos (40) e auxiliar nos serviços de alimentação (38). As agências FGTAS/Sine com os maiores números de oportunidades de emprego são Esteio (113), Porto Alegre Centro (90), Canoas (85), Cachoeirinha (60), Igrejinha (40) e Estância Velha (40). O salário de 88% das vagas varia de R$ 954 a R$ 2,862.

Porto Alegre

A capital dispõe de 206 vagas de trabalho. Desse total, 65,53% exigem experiência; 64,56%, Ensino Médio completo; e 16,5%, Ensino Fundamental completo. Com relação ao setor econômico, 56,3% das vagas pertencem ao comércio; 39,8%, aos serviços; 2,4%, indústria; e 1%, construção civil.

As ocupações com os maiores números de vagas são instalador-reparador de equipamentos (40), operador de caixa (31), repositor de mercadorias (30), vendedor de comércio varejista (23), promotor de vendas (16) e assistente de vendas (14). O salário de 86,9% das vagas varia de R$ 954 a R$ 1.908.

Em Porto Alegre, a FGTAS dispõe de quatro Agências FGTAS/Sine:

- Centro (Rua José Montaury, 31) | Atendimento das 8h às 17h

- Azenha (Av. Dr. Carlos Barbosa, 618) | Atendimento das 8h às 17h

- TudoFácil Centro (Rua Borges de Medeiros, 521) | Atendimento das 7h30 às 19h30

- TudoFácil Zona Sul (Av. Wenceslau Escobar, 2666) | Atendimento das 7h30 às 19h30

Texto: Jaíne Martins/Ascom FGTAS
Edição: Sílvia Lago/Secom

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Agências FGTAS/Sine oferecem mais de 2,8 mil vagas de trabalho

As agências FGTAS/Sine oferecem 2.814 postos de trabalho no Rio Grande do Sul. Interessados em se candidatar às vagas de emprego devem comparecer à unidade mais próxima com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). Os endereços e horários de funcionamento das agências FGTAS/Sine estão disponíveis no site da FGTAS.

Rio Grande do Sul

No RS, as ocupações com os maiores números de vagas são: alimentador de linha de produção (427 vagas), atendente de lojas e mercados (163), operador de caixa (108), armazenista (84), auxiliar nos serviços de alimentação (79) e vendedor de comércio varejista (75). Das 2.814 vagas oferecidas, 66,6% não exigem experiência; 26% exigem Ensino Fundamental completo; e 23,56%, Ensino Médio completo.

Com relação ao setor econômico, 36,6% das vagas pertencem à indústria; 31,5%, ao setor de serviços; 22,4%, ao comércio; 3,5%, à construção civil; e 2,7%, à agropecuária. O salário de 88,9% das vagas varia entre R$ 954 e R$ 2.862. As agências FGTAS/Sine com os maiores números de oportunidades de emprego são Pelotas (287), Capão da Canoa (194), Esteio (117), Cruz Alta (101), Caxias do Sul (93) e Porto Alegre Centro (90).

Região Metropolitana

Há 770 vagas de emprego abertas na Região Metropolitana de Porto Alegre. Desse total, 65% das oportunidades exigem experiência; 39,6% exigem Ensino Médio completo; e 36,2%, Ensino Fundamental completo. No que tange ao setor econômico, 34,9% das vagas pertencem à indústria; 34,3%, aos serviços; 29,1%, ao comércio; e 1,2%, à construção civil.

As ocupações com os maiores números de vagas são operador de caixa (54), repositor de mercadorias (45), caldeireiro (40), instalador-reparador de equipamentos (40) e auxiliar nos serviços de alimentação (38). As agências FGTAS/Sine com os maiores números de oportunidades de emprego são Esteio (113), Porto Alegre Centro (90), Canoas (85), Cachoeirinha (60), Igrejinha (40) e Estância Velha (40). O salário de 88% das vagas varia de R$ 954 a R$ 2,862.

Porto Alegre

A capital dispõe de 206 vagas de trabalho. Desse total, 65,53% exigem experiência; 64,56%, Ensino Médio completo; e 16,5%, Ensino Fundamental completo. Com relação ao setor econômico, 56,3% das vagas pertencem ao comércio; 39,8%, aos serviços; 2,4%, à indústria; e 1%, à construção civil.

As ocupações com os maiores números de vagas são instalador-reparador de equipamentos (40), operador de caixa (31), repositor de mercadorias (30), vendedor de comércio varejista (23), promotor de vendas (16) e assistente de vendas (14). O salário de 86,9% das vagas varia de R$ 954 a R$ 1.908.

Em Porto Alegre, a FGTAS dispõe de quatro agências FGTAS/Sine:

- Centro (Rua José Montaury, 31) | Atendimento das 8h às 17h

- Azenha (Avenida Doutor Carlos Barbosa, 618) | Atendimento das 8h às 17h

- TudoFácil Centro (Rua Borges de Medeiros, 521) | Atendimento das 7h30 às 19h30

- TudoFácil Zona Sul (Avenida Wenceslau Escobar, 2666) | Atendimento das 7h30 às 19h30

Texto: Jaíne Martins/Ascom FGTAS
Edição: Sílvia Lago/Secom

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FPE entrega seis veículos para melhor atender aos acolhidos

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Desenvolvimento Social

20/02/2018 às 12:13

Os automóveis vão agilizar os atendimentos dos acolhidos em consultas médicas e demais compromissos

Os automóveis vão agilizar os atendimentos dos acolhidos em consultas médicas e demais compromissos - Foto: Bruna Maia - Download HD (248,00 kB)

A Fundação de Proteção Especial (FPE) entregou, na segunda-feira (19), seis automóveis novos para atender aos Abrigos Residenciais Belém Novo, Ipanema, Menino Deus, Zona Leste e Zona Norte e para o Abrigo Institucional José Leandro de Souza.

A promotora da Infância e Juventude de Porto Alegre, Cinara Vianna Dutra Braga, destacou que "cada um dos servidores públicos que se apaixonam por essa causa estão de parabéns. Esses veículos vão modificar a vida das crianças".

O presidente da FPE, José Luis Barbosa, ressaltou que "a aquisição dos automóveis vai agilizar os atendimentos dos acolhidos em consultas médicas e demais compromissos, auxiliando nas demandas dos abrigos. É a primeira vez que estamos renovando em massa a frota dos abrigos nos últimos 15 anos".

Encerrando o evento, a secretária de Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos, Maria Helena Sartori, disse que "o recurso para a compra dos automóveis é mais uma ação do governo em busca da excelência nos abrigos da FPE. Nossos acolhidos estão cada vez mais se inserindo na sociedade", completou.

Texto: Sérgio Garcia/Ascom FPE
Edição: Sílvia Lago/Secom


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Carta de Conjuntura destaca as expectativas inflacionárias e a desistência no Ensino Superior

A Carta de Conjuntura de fevereiro foi lançada nesta terça-feira (20), na Fundação de Economia e Estatística (FEE). Entre os destaques, está a análise feita pelo economista Bruno Paim (Expectativas inflacionárias e política monetária). De acordo com o pesquisador, apesar de a inflação ser um indicador que chama a atenção da imprensa e do público, o principal instrumento do Banco Central (BC) para administrar a variação dos preços é a taxa básica de juros. Em patamar elevado desde julho de 2015 (14,25%), a taxa básica passou a 7% em dezembro de 2017, com a justificativa de  produzir o arrefecimento da inflação (reduzida de 10,7% em 2015 para 2,95% em 2017) e responder à baixa atividade econômica, que acumulou 11 trimestres consecutivos de queda.

O BC considera a redução da inflação e a ancoragem das expectativas como elementos de sucesso na condução da política monetária recente. No entanto, Bruno Paim aponta dois componentes da inflação com relevante influência individual sobre o índice de preço, mas que não estão sujeitos aos efeitos da política monetária - os preços dos alimentos, dos combustíveis e de energia.

“Faz-se necessário perguntar se, dada a volatilidade do preço dos alimentos e dada a autonomia na administração dos preços de combustível e energia, estes deveriam influenciar de forma tão profunda a administração da taxa básica de juros", indaga o pesquisador. O economista destaca ainda que o pico de inflação em 2015 se deveu em grande medida a fatores exógenos à condução da política monetária, o que leva a questionar se não foi excessiva a elevação dos juros na proporção praticada e desnecessários os efeitos recessivos sobre o restante da economia. “Da mesma forma, atribuir parcela importante da queda da inflação à firmeza na condução da política monetária parece tentar atribuir ao subjetivo e expectacional uma queda cujas fontes são bem identificáveis e que, em certo grau, independeu da postura dos atuais dirigentes do BC”, completa Paim.

Outro destaque da Carta de Conjuntura é o texto Taxa de desistência no Ensino Superior gaúcho atinge 64,1%, da pesquisadora Gisele da Silva Ferreira. Ela utiliza os Indicadores de Fluxo da Educação Superior, publicados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) a partir dos dados do Censo da Educação Superior. As informações analisadas sobre os cursos oferecidos nas instituições de Ensino Superior são a taxa de permanência (percentual de alunos com vínculo ativo, cursando ou trancado), a taxa de conclusão acumulada (percentual de alunos que se formaram no curso) e a taxa de desistência acumulada (percentual de estudantes que, ingressando em 2010, desistiram do curso).

Entre 2010 e 2015, as instituições de Ensino Superior do Rio Grande do Sul apresentaram uma taxa de conclusão acumulada de 24,5% e uma taxa de desistência acumulada de 64,1%. As maiores taxas de permanência estão entre os cursos presenciais (15,6% em 2015). Já os cursos a distância exibem as maiores taxas de conclusão acumulada (26,1%) e também de desistência acumulada (73,1%). As taxas de conclusão acumuladas das instituições públicas foram 63% maiores do que as privadas, ao mesmo tempo em que as taxas de desistência acumulada das privadas foram 37% maiores do que as públicas.

Os cursos da área de serviços (ciência aeronáutica, gastronomia, gestão ambiental, turismo, hotelaria, transportes, saúde e segurança no trabalho) aparecem com as mais elevadas taxas de conclusão acumulada em 2010-2015, enquanto os cursos das áreas de engenharia, produção e construção apresentam as mais baixas. “As menores taxas de desistência acumulada foram registradas nos cursos ligados à agricultura e veterinária, já as mais elevadas, em ciências, matemática e computação”, aponta Gisele.

Compõem, ainda, a edição da carta de Conjuntura os seguintes textos:

Evolução da contribuição para a Previdência Social entre os ocupados na RMPA – 2010-2017, de Jorge Augusto Silveira Verlindo, sociólogo

Ciclos na economia gaúcha: em busca de fatos estilizados, de Fernando Cruz, pesquisador em Economia

Indústria brasileira e gaúcha: que recuperação é essa?, de Clarisse Chiappini Castilhos, pesquisadora em Economia

Lei de Acesso à Informação e dados abertos: possibilidades e desafios a partir da experiência federal, de Ana Júlia Possamai, pesquisadora em Ciência Política

Desigualdades sociodemográficas maternas e o pré-natal inadequado, de Marilyn Agranonik, pesquisadora em Estatística

Texto: Sandra Bitencourt/Ascom FEE
Edição: Sílvia Lago/Secom

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Cadeia Pública faz mutirão para testar tuberculose em presos dos Centros de Triagem

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Segurança Pública

20/02/2018 às 11:20

O mutirão teve o objetivo de buscar sintomas respiratórios para tuberculose

O mutirão teve o objetivo de buscar sintomas respiratórios para tuberculose - Foto: Divulgação/Susepe - Download HD (61,00 kB)

Profissionais de saúde prisional da Unidade Básica de Saúde (UBS) da Cadeia Pública de Porto Alegre (CPPA) vão coletar, ao longo desta terça-feira (20), as segundas amostras dos exames de escarro para análise e diagnóstico de tuberculose em detentos.

Os materiais serão testados por uma bioquímica, que atua no laboratório instalado na CPPA. Segundo as técnicas responsáveis pela triagem de porta de entrada de tuberculose e HIV do sistema prisional, também são feitos mais de 60 exames de HIV por dia, por meio de teste rápido.

Na segunda-feira (19), a equipe de saúde prisional da CPPA organizou mutirão nos Centros de Triagem I e II com o objetivo de buscar sintomas respiratórios para tuberculose.

No CT I, com 92 presos, foram identificados cinco detidos sintomáticos. A direção da Cadeia Pública informou que também foram coletados exames específicos para tuberculose.

No CT II, 12 dos 102 presos apresentaram algum sintoma da tuberculose e, prontamente, foram encaminhados para exames. O diretor da CPPA, coronel Marcelo Gayer, explicou que, desde dezembro de 2017, três apenados estão em tratamento para tuberculose.

Atendimento

Os atendimentos de saúde nos Centros de Triagem I e II ocorrem diariamente na Unidade Básica de Saúde (UBS) prisional, às quartas-feira, nos turnos da manhã e da tarde, contando com diversos profissionais de saúde (médico, enfermeiros, técnicos em enfermagem, dentistas, farmacêutico, farmacêutico bioquímico, entre outros). Em dias pré-estabelecidos, os pacientes também têm acesso à unidade, conforme necessidade.

Texto: Ascom Susepe
Edição: Sílvia Lago/Secom


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Susepe executa revista geral no Presídio Estadual de Cruz Alta

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Segurança Pública

20/02/2018 às 11:02

A revista no Presídio Estadual de Cruz Alta teve o objetivo de manter a ordem e a disciplina na casa prisional

A revista no Presídio Estadual de Cruz Alta teve o objetivo de manter a ordem e a disciplina na casa prisional - Foto: Divulgação/Susepe - Download HD (50,00 kB)

Agentes penitenciários da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) executaram, nesta terça-feira (20), revista geral no Presídio Estadual de Cruz Alta para manter a ordem e a disciplina na casa prisional. O Batalhão de Operações Especiais (BOE) deu apoio à ação no pátio da instituição, enquanto o Pelotão de Operações Especiais (POE) contribuiu para a segurança na entrada da galeria.

Os servidores que atuaram na operação são ligados à 3ª Delegacia Penitenciária Regional e ao Grupo de Intervenção Regional (GIR).

O Grupo de Ações Especiais da Susepe (Gaes), que faz a intervenção prisional, retirando os presos das celas, conduziu os detentos até o pátio para que demais agentes executassem a revista geral nas 18 celas do estabelecimento prisional. A população carcerária é de 191 presos.

O diretor do Departamento de Segurança e Execução Penal da Susepe (Dsep), Fabrício Ragagnin, destacou o trabalho integrado das forças de segurança pública no combate ao crime organizado nas cadeias. "Agradeço a todos os servidores penitenciários que trabalham de forma efetiva e integrada para garantir um resultado exitoso", falou. Os agentes da Divisão de Inteligência Penitenciária (Dipen/3ª Aripen) também trabalharam na revista.

Integração

A ação desta terça-feira (20) está relacionada à Operação La Catedral, executada no domingo (18), no Presídio Estadual de Cruz Alta, integrando a Polícia Civil, a Brigada Militar e a Susepe.

Texto: Ascom Susepe
Edição: Sílvia Lago/Secom


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Uergs abre inscrições para especializações e lança edital do Mestrado em Educação

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20/02/2018 às 10:48

A Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) abriu, nesta terça-feira (20), as inscrições para os oito cursos de Pós-Graduação que vão começar no primeiro semestre letivo em unidades universitárias no interior do Rio Grande do Sul e em Canoas, na Região Metropolitana. As inscrições ocorrem até 7 de março.

No interior, serão abertos os cursos de especialização em Gestão na Agricultura Sustentável (Cachoeira do Sul); Sociedade, Ambiente e Desenvolvimento (Erechim); Meio Ambiente e Diversidade (Osório); Agroecologia e Produção Orgânica (Santa Cruz do Sul); Ensino e Práticas de Ciências da Natureza e Matemática (Santa Cruz do Sul); Gestão do Currículo na Formação Docente (São Francisco de Paula); Gestão e Sustentabilidade Ambiental (Soledade).

Em Canoas, o curso de especialização em Ensino de Ciências com Ênfase em Práticas de Pesquisa será ofertado em convênio com o Colégio Maria Auxiliadora, da Rede Notre Dame.

A Uergs também lançou o edital do Mestrado Profissional em Educação, que receberá inscrições de 5 de março a 6 de abril.

Mais informações e os editais das especializações e do Mestrado estão disponíveis no site da Uergs.

Texto: Daiane de Carvalho Madruga/Ascom Uergs
Edição: Sílvia Lago/Secom


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Santa Maria recebe mutirão para regularizar imóveis da Cohab

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Habitação

20/02/2018 às 10:34

Os mutuários da extinta Companhia Estadual de Habitação (Cohab) terão uma oportunidade para encaminhar a escritura definitiva do imóvel nesta semana. A Secretaria de Obras, Saneamento e Habitação (SOSH) promove mutirão, na quinta-feira (22), na sexta-feira (23) e no sábado (24), nas quatro Cohabs de Santa Maria (Tancredo Neves, Vila Kennedy, Fernando Ferrari e Santa Marta), para tirar dúvidas e dar início ao processo de emissão das escrituras. O evento conta com a parceria da prefeitura, da Câmara de Vereadores, da Defensoria Pública e de tabelionatos.

“Garantir o documento da casa própria é dar dignidade às famílias. O governo do Estado desburocratizou o processo de regularização e está fazendo uma grande parceria com outras instituições para facilitar a emissão do documento com isenção de ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) e redução das taxas de cartório”, afirmou o secretário da SOSH, Fabiano Pereira.

Dos 5.039 imóveis da Cohab em Santa Maria, 2.780 ainda não têm escritura definitiva. Com a nova legislação proposta pelo governo estadual e aprovada pela Assembleia Legislativa em 2015, os moradores têm facilidade no reconhecimento da titularidade dos imóveis já quitados, inclusive aqueles que têm 'contratos de gaveta' e até então estavam impedidos de receber a escritura por falta de documentos. Com a isenção do ITBI, aprovada pela Câmara de Vereadores no final do ano passado, o processo ficou ainda mais barato.

Os documentos necessários para a emissão da escritura definitiva, bem como mais informações, podem ser encontrados no site da SOSH.

Confira os locais do mutirão:

Cohab Tancredo Neves | Quinta (22)
Horário: das 9h às 12h e das 13h30 às 18h
Local: CIEP Paulo Lauda

Cohab Vila Kennedy | Sexta (23)
Horário: das 9h às 12h
Local: Escola Marechal Rondon

Cohab Fernando Ferrari | Sexta (23)
Horário: das 13h30 às 18h
Local: Associação Comunitária Fernando Ferrari

Cohab Santa Marta | Sábado (24)
Horário: das 9h às 12h
Local: Escola Estadual Augusto Ruschi

Texto: Ana Luiza Zancan Godoy/Ascom SOSH
Edição: Sílvia Lago/Secom


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BM apresenta projetos de modernização da corporação a vereadores de Porto Alegre

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Segurança Pública

20/02/2018 às 09:26

O comandante-geral da BM, coronel Andreis Silvio Dal`Lago, defendeu a transparência das ações da BM na gestão dos imóveis

O comandante-geral da BM, coronel Andreis Silvio Dal`Lago, defendeu a transparência das ações da BM na gestão dos imóveis - Foto: Rafael Silva/GCG - Download HD (240,00 kB)

O Comando-Geral da Brigada Militar (BM) recebeu representantes da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, na segunda-feira (19), no Quartel General da BM, para apresentar projetos de adequação das instalações da corporação. Participaram do encontro o presidente da Câmara Municipal, Valter Nagelstein, e os vereadores Nádia Gerhard, Professor Wambert, Moisés Barboza, Cassiá Carpes, Mauro Pinheiro e representantes dos vereadores João Derly e Tarcisio Flecha Negra. Também foi apresentado o projeto de modernização da Academia da Polícia Militar, cuja área de 169 mil metros quadrados deve equiparar-se a um centro universitário para formação de oficiais e praças.

O comandante-geral da BM, coronel Andreis Silvio Dal`Lago, defendeu a transparência das ações da BM na gestão dos imóveis e afirmou que "a falta de clareza na comunicação desconstrói pautas positivas para a comunidade”. Disse que, desde 2015, arquitetos e engenheiros da BM trabalham nos projetos que vão trazer melhorias às dependências utilizadas pela Brigada Militar, especialmente no Departamento de Ensino e no Centro Administrativo.

Os vereadores garantiram empenho para que a proposta seja bem aceita pela população, uma vez que trará benefícios também para os policiais militares da reserva, seus familiares e comunidade.

Corpo de Bombeiros

O comandante do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS), coronel Cleber Valinodo Pereira, apresentou o projeto das novas instalações do complexo da Academia de Bombeiro Militar (ABM) e demais setores e assessorias da corporação.

Apoio

O Comando-Geral da BM recebeu o apoio da Associação Pró-Policiais Militares do Rio Grande do Sul no que diz respeito à destinação de bens imóveis. De acordo com o coordenador administrativo Gilson G. da Silveira Noroefé, a entidade apoia a iniciativa, uma vez que evita deixar o patrimônio material entregue à deterioração. “Preferimos olhar a passos largos para uma rápida modernização da BM”, afirmou.

Também estiveram presentes o subcomandante-geral da BM, coronel Mário Yukio Ikeda, e o chefe do Estado-Maior, coronel Júlio César Rocha Lopes.

Texto: Clélia Admar/Ascom BM
Edição: Sílvia Lago/Secom


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BM apresenta projetos de modernização a vereadores de Porto Alegre

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Segurança Pública

20/02/2018 às 09:26

O comandante-geral da BM, coronel Andreis Silvio Dal`Lago, defendeu a transparência das ações da BM na gestão dos imóveis

O comandante-geral da BM, coronel Andreis Silvio Dal`Lago, defendeu a transparência das ações da BM na gestão dos imóveis - Foto: Rafael Silva/GCG - Download HD (240,00 kB)

O Comando-Geral da Brigada Militar (BM) recebeu representantes da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, na segunda-feira (19), no Quartel General da BM, para apresentar projetos de adequação das instalações da corporação. Participaram do encontro o presidente da Câmara Municipal, Valter Nagelstein, e os vereadores Nádia Gerhard, Professor Wambert, Moisés Barboza, Cassiá Carpes, Mauro Pinheiro e representantes dos vereadores João Derly e Tarcisio Flecha Negra. Também foi apresentado o projeto de modernização da Academia da Polícia Militar, cuja área de 169 mil metros quadrados deve equiparar-se a um centro universitário para formação de oficiais e praças.

O comandante-geral da BM, coronel Andreis Silvio Dal`Lago, defendeu a transparência das ações da BM na gestão dos imóveis e afirmou que "a falta de clareza na comunicação desconstrói pautas positivas para a comunidade”. Disse que, desde 2015, arquitetos e engenheiros da BM trabalham nos projetos que vão trazer melhorias às dependências utilizadas pela Brigada Militar, especialmente no Departamento de Ensino e no Centro Administrativo.

Os vereadores garantiram empenho para que a proposta seja bem aceita pela população, uma vez que trará benefícios também para os policiais militares da reserva, seus familiares e comunidade.

Corpo de Bombeiros

O comandante do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS), coronel Cleber Valinodo Pereira, apresentou o projeto das novas instalações do complexo da Academia de Bombeiro Militar (ABM) e demais setores e assessorias da corporação.

Apoio

O Comando-Geral da BM recebeu o apoio da Associação Pró-Policiais Militares do Rio Grande do Sul no que diz respeito à destinação de bens imóveis. De acordo com o coordenador administrativo Gilson G. da Silveira Noroefé, a entidade apoia a iniciativa, uma vez que evita deixar o patrimônio material entregue à deterioração. “Preferimos olhar a passos largos para uma rápida modernização da BM”, afirmou.

Também estiveram presentes o subcomandante-geral da BM, coronel Mário Yukio Ikeda, e o chefe do Estado-Maior, coronel Júlio César Rocha Lopes.

Texto: Clélia Admar/Ascom BM
Edição: Sílvia Lago/Secom


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Liberada área do Distrito Industrial de Rio Grande para novos investimentos

Uma área do Distrito Industrial de Rio Grande (Dirg) está liberada para novos investimentos, após conciliação extrajudicial em processo que tramitava há mais de 30 anos e pedia indenização em razão de desapropriação.

A situação diz respeito à desapropriação promovida pela extinta Companhia de Desenvolvimento Industrial e Comercial do Rio Grande do Sul (Cedic), em que uma porção de terras localizada em Rio Grande foi declarada como de utilidade pública em 1973. O processo de indenização contra a Cedic foi ajuizado em 1986 e, em 1995, foi ajuizada a ação de execução, mesmo ano em que o Estado ingressou como sucessor da companhia. Na demanda executória, a parte exequente obteve decisão judicial determinando a penhora sobre a área correspondente ao Dirg, como garantia para pagamento da dívida.

A Procuradoria-Geral do Estado (PGE), por meio da Procuradoria de Liquidação e Execução (PLE) e do Centro de Conciliação e Mediação (CCM), e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (Sdect) atuaram na resolução da pendência. A negociação resultou de esforços da Sdect, desde 2015, além de diversas reuniões realizadas pelo CCM, pela PLE e pela Assessoria Jurídica da Sdect, desde fevereiro de 2017, bem como com empresas interessadas em adquirir lotes do Dirg, mas que aguardavam a definição quanto à liberação da penhora, para maior segurança jurídica no investimento.

“Trata-se de discussão judicial que tramitava há muitos anos, ainda longe de uma solução. O caso tem relevância econômica e social porque a penhora incidiu sobre todo o Distrito Industrial de Rio Grande, afetando o desenvolvimento econômico e gerando insegurança jurídica para as empresas que lá desejam se instalar. O objetivo do acordo visa, justamente, a findar a longa discussão judicial e liberar a penhora sobre o Dirg, a fim de que a Sdect possa comercializar os lotes livres de ônus”, explicou a coordenadora do CCM, Elisa Berton Eidt.

Com o acordo, as empresas instaladas no local poderão regularizar a propriedade dos imóveis e novas empresas poderão adquirir lotes com maior segurança jurídica. Segundo explicou o coordenador da Assessoria Jurídica da Sdect, Vinicius B. Winter, a venda de lotes chegou a ser suspensa temporariamente até que a negociação fosse concluída. “O acordo cria um novo ambiente para o desenvolvimento de empreendimentos no local e marca uma mudança histórica para o Distrito Industrial de Rio Grande”.

Conforme dados do Departamento de Ações e Programas Especiais da Sdect, que coordena as iniciativas ligadas aos Distritos Industriais, atualmente há 53 empresas instaladas no local, além de oito em fase de projeto. Ainda há 380 hectares de áreas restantes, o que possibilita a instalação de novas empresas dos mais diversos portes. Três empresas, sendo uma americana, demonstraram interesse e, agora, podem dar sequência aos planos, movimentando a economia gaúcha e gerando empregos.

Segundo a PGE, a redução do valor a ser pago pelo Estado foi significativa. De R$ 20,4 milhões, inicialmente, a dívida foi para R$ 8,4 milhões, em razão da atuação da PLE. Em um acordo extrajudicial, o CCM conseguiu um abatimento de 20%, sendo definido o montante de R$ 6,7 milhões.

Conforme explicou a coordenadora da PLE, Daniela Costa, a situação do processo judicial e agora solucionada é bastante peculiar, pois o Estado, como sucessor de uma sociedade de economia mista, restou condenado ao pagamento da dívida em dinheiro, e não por meio de precatório, tendo em vista que a dívida é anterior à extinção da companhia.

Texto Ascom PGE/Ascom Sdect
Edição: Sílvia Lago/Secom

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Liberada área do Distrito Industrial de Rio Grande para novos investimentos

Uma área do Distrito Industrial de Rio Grande (Dirg) está liberada para novos investimentos, após conciliação extrajudicial em processo que tramitava há mais de 30 anos e pedia indenização em razão de desapropriação.

A situação diz respeito à desapropriação promovida pela extinta Companhia de Desenvolvimento Industrial e Comercial do Rio Grande do Sul (Cedic), em que uma porção de terras localizada em Rio Grande foi declarada como de utilidade pública em 1973. O processo de indenização contra a Cedic foi ajuizado em 1986 e, em 1995, foi ajuizada a ação de execução, mesmo ano em que o Estado ingressou como sucessor da companhia. Na demanda executória, a parte exequente obteve decisão judicial determinando a penhora sobre a área correspondente ao Dirg, como garantia para pagamento da dívida.

A Procuradoria-Geral do Estado (PGE), por meio da Procuradoria de Liquidação e Execução (PLE) e do Centro de Conciliação e Mediação (CCM), e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (Sdect) atuaram na resolução da pendência. "A negociação resultou de esforços da Sdect, desde 2015, e da PGE, com todos os envolvidos no processo, o que traz novas perspectivas para Rio Grande", avaliou o secretário Márcio Biolchi. Desde fevereiro de 2017, foram promovidas diversas reuniões com o CCM, a PLE e a Assessoria Jurídica da Sdect, bem como com empresas interessadas em adquirir lotes no Dirg, mas que aguardavam a definição quanto à liberação da penhora, para maior segurança jurídica no investimento.

“Trata-se de discussão judicial que tramitava há muitos anos, ainda longe de uma solução. O caso tem relevância econômica e social porque a penhora incidiu sobre todo o Distrito Industrial de Rio Grande, afetando o desenvolvimento econômico e gerando insegurança jurídica para as empresas que lá desejam se instalar. O objetivo do acordo visa, justamente, a findar a longa discussão judicial e liberar a penhora sobre o Dirg, a fim de que a Sdect possa comercializar os lotes livres de ônus”, explicou a coordenadora do CCM, Elisa Berton Eidt.

Com o acordo, as empresas instaladas no local poderão regularizar a propriedade dos imóveis e novas empresas poderão adquirir lotes com maior segurança jurídica. Segundo explicou o coordenador da Assessoria Jurídica da Sdect, Vinicius B. Winter, a venda de lotes chegou a ser suspensa temporariamente até que a negociação fosse concluída. “O acordo cria um novo ambiente para o desenvolvimento de empreendimentos no local e marca uma mudança histórica para o Distrito Industrial de Rio Grande”.

Conforme dados do Departamento de Ações e Programas Especiais da Sdect, que coordena as iniciativas ligadas aos Distritos Industriais, atualmente há 53 empresas instaladas no local, além de oito em fase de projeto. Ainda há 380 hectares de áreas restantes, o que possibilita a instalação de novas empresas dos mais diversos portes. Três empresas, sendo uma americana, demonstraram interesse e, agora, podem dar sequência aos planos, movimentando a economia gaúcha e gerando empregos.

Segundo a PGE, a redução do valor a ser pago pelo Estado foi significativa. De R$ 20,4 milhões, inicialmente, a dívida foi para R$ 8,4 milhões, em razão da atuação da PLE. Em um acordo extrajudicial, o CCM conseguiu um abatimento de 20%, sendo definido o montante de R$ 6,7 milhões.

Conforme explicou a coordenadora da PLE, Daniela Costa, a situação do processo judicial e agora solucionada é bastante peculiar, pois o Estado, como sucessor de uma sociedade de economia mista, restou condenado ao pagamento da dívida em dinheiro, e não por meio de precatório, tendo em vista que a dívida é anterior à extinção da companhia.

Texto Ascom PGE/Ascom Sdect
Edição: Sílvia Lago/Secom

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Parceria garante ensino e capacitação profissional a jovens da Fase

A cada cem meninos e meninas que ingressam no Programa de Oportunidades e Direitos - Socioeducativo (POD-Socioeducativo) como infratores, e que permanecem pelo período de um ano, 92 não voltam para o crime. Apesar das dificuldades socioeconômicas, o programa é uma das ações do governo do Estado que mais avançam no combate à violência entre adolescentes e jovens no Rio Grande do Sul.

Nesta segunda-feira (19), uma nova parceria firmada entre a Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos (SDSTJDH) e o Centro de Integração Empresa Escola (Ciee) amplia o trabalho com egressos de todas as regiões da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase), incluindo-os em oportunidades de aprendizagem.

Serão destinados mais de R$ 1,6 milhão em recursos do fundo Ampara/RS, somados à contrapartida da Ciee em torno de R$ 700 mil, para a execução do projeto. A medida oferece acesso ao aprendizado de alguma profissão e oportunidade de inclusão no mercado de trabalho. Com a assinatura do termo de cooperação, são mais 1,1 mil vagas no POD-Socioeducativo. Além das 180 vagas para egressos de Porto Alegre e Santa Maria, mantidas até o ano passado, a nova etapa incluirá adolescentes de todas as regionais: Porto Alegre, Novo Hamburgo, Caxias do Sul, Osório, Passo Fundo, Santo Ângelo, Santa Maria, Santa Cruz e Uruguaiana.

"O RS passa por dificuldades, mas o Estado não pode desamparar seus cidadãos. Para isso, tem que investir naquilo que é essencial, como saúde, educação, segurança, infraestrutura e políticas sociais. Agora estamos dando mais um passo para reduzir a reincidência delitiva e disseminar a cultura da paz", disse o governador José Ivo Sartori, na solenidade.

O governador afirmou ainda que serão atendidos seis vezes mais jovens do que o trabalho realizado em 2017, e com os mesmos recursos, refletindo em "uma maneira de administrar sem preconceitos. Isso também é gestão. É parceria com todos as instâncias de governo e os setores da sociedade".


POD é mais um passo para reduzir reincidência delitiva e disseminar cultura da paz. Karine Viana/Palácio Piratini

Educação é o futuro

O POD, que iniciou em 2009, é um exemplo de programas que perpassam governos, como o Primeira Infância Melhor (PIM) e as Comissões Internas de Prevenção à Violência Escolar (Cipaves), que deve seguir o mesmo processo.

"Pra nós, isso é um grande sonho. Pra vocês terem uma ideia, em dez anos, em torno de 1,8 mil jovens foram atendidos. Somente agora, 1,1 mil serão atendidos. Isso pode fazer a grande diferença. Infelizmente, a sociedade não vê a aprendizagem que acontece na Fase. Se de cem jovens, 92 a gente salva, essa é uma grande conquista que precisa ser comemorada. Vamos trabalhar juntos, acompanhar o trabalho e criar novos mecanismos porque queremos construir uma sociedade melhor", reforçou a secretária Maria Helena Sartori.


Para Maria Helena, projeto é responsável por construir uma sociedade melhor. Karine Viana/Palácio Piratini

Para o presidente do Ciee, Ronaldo Sielichow, a instituição, que completa 49 anos em 2018 e já atendeu mais de 1,7 milhão de estudantes, está cumprindo seu objetivo social. "A educação é o rumo certo. Que outros (entes) se atentem ao que está sendo feito e que venham dar a mão ao governador, que está mudando o futuro do Rio Grande do Sul", enfatizou.

Incentivar bons exemplos

O POD, que vinha sendo executado nas regionais de Porto Alegre e Santa Maria, pela Fundação Pão dos Pobres (65 vagas) e a Rede Nacional de Aprendizagem (115 vagas), cujos convênios venceram em 2017. A medida foi possível graças ao novo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, previsto pela Lei 13.019/2014, que ampliou a possibilidade de parcerias público-privadas.

A cooperação entre Estado e Ciee colocará à disposição seus programas e serviços, incluindo estágios e oficinas de capacitação focados em preparar os jovens para uma nova vida e a inserção no mundo do trabalho. O gestor de Operações do Ciee, Lucas Baldisserotto, explica que a instituição fará o acompanhamento psicossocial dos egressos da Fase, apontando necessidades em educação, saúde e fortalecimento de vínculos familiares.

Sendo assim, no momento em que o jovem estiver integrado ao círculo de compromisso, ainda dentro da Fase, na etapa final do cumprimento das medidas socioeducativas, estará pronto para ser atendido pelo POD e suas possibilidades. 

Prevenção à violência

O Programa de Oportunidade e Direitos é considerado o projeto de prevenção à violência entre jovens mais exitoso já desenvolvido no Estado, e, possivelmente, um dos mais bem-sucedidos em prevenção terciária (com pessoas já envolvidas no crime). Proporciona um novo futuro, contribuindo no aumento da escolarização, no fortalecimento do vínculo familiar e capacitação profissional nos cursos técnicos. Já atendeu cerca de 1,8 mil pessoas mediante concessão de bolsa auxílio de meio salário.

Quando o adolescente vislumbra a chance de superar as condições que contribuíram para seu ingresso no sistema socioeducativo, o trabalho adquire um caráter pedagógico de transformação e, consequentemente, dos familiares, afirma a diretora Ana Severo, do Departamento de Justiça da SDSTJDH. É exatamente por reconhecer o sucesso do programa que o governo optou por fortalecê-lo, ampliando as vagas e o alcance para outras regionais.

Acompanharam a solenidade autoridades estaduais, municipais e representantes de entidades da sociedade civil.

Texto: Letícia Bonato, com informações da SDSTJDH
Edição: Gonçalo Valduga/Secom

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Combate à estiagem reúne prefeitos da Região Sul com Defesa Civil nesta semana

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Casa Civil

19/02/2018 às 17:44

Equipes da Defesa Civil devem reunir-se com prefeitos da Região Sul ainda nesta semana, para auxiliar os municípios na obtenção de recursos federais para o combate à estiagem. A confirmação foi feita pelo chefe da Casa Civil, Fábio Branco, durante reunião da Associação de Municípios da Zona Sul (Azonasul). O encontro, em Rio Grande, também marcou a posse do prefeito de São Lourenço do Sul, Rudinei Harter, no comando da entidade. Ele substitui Favio Telis, prefeito de Jaguarão, que ocupou o posto durante todo o ano de 2017. 

“Nossa intenção é trazer a equipe do governo do Estado para auxiliar os municípios na elaboração dos planos de trabalho. Queremos que as prefeituras possam obter o máximo auxílio possível do governo federal”, destacou Fábio Branco. O último município da Região Sul a ter decreto de situação de emergência homologado foi Pedras Altas.

A confirmação foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) da última sexta-feira (16). Os municípios de Cristal, Amaral Ferrador, Hulha Negra e Morro Redondo já tiveram a situação de emergência homologada pelo governo do Estado e reconhecida pela União. A Defesa Civil Estadual está atenta à situação dos municípios e tem disponíveis reservatórios móveis de água para o abastecimento nas comunidades mais atingidas. Cada equipamento tem capacidade para transportar 4.500 litros de água.

Felicitações a Rio Grande e reconhecimento do trabalho de Favio Telis

Durante a reunião, Fábio Branco também destacou o aniversário de 281 anos do município de Rio Grande, cidade que ele governou em duas oportunidades. O chefe da Casa Civil também elogiou a atuação do prefeito de Jaguarão, Favio Telis, pela atuação no comando da Azonasul.

“Telis liderou discussões importantes para a região, como a defesa sobre a importância da duplicação da BR 116, que fez com que o seu trabalho tivesse destaque”, afirmou Branco, que colocou o seu gabinete à disposição do prefeito Rudinei Harter, novo presidente.   

Texto: Roberto Arruée Witter/ Ascom Casa Civil
Edição: Léa Aragón/ Secom


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Programa de sementes forrageiras será aberto nesta terça-feira

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Desenvolvimento Rural

19/02/2018 às 17:14

Será aberta nesta terça-feira (20) a edição 2018 do Programa Financiamento de Sementes Forrageiras, que deve beneficiar 14 mil agricultores familiares do Rio Grande do Sul com crédito de R$ 4,2 milhões para a formação de pastagens. A ação da Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR) faz parte do Programa Leite Gaúcho e a proposta é oferecer recursos por meio do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper), com bônus de adimplência de 30%.

"Ao oferecer linha de crédito para a aquisição de sementes forrageiras para a formação de pastagens anuais, o governo do Estado pretende estimular o aumento da produção e da produtividade, melhorando a qualidade do leite e dos rebanhos de corte nos estabelecimentos de base familiar", afirma o secretário SDR, Tarcisio Minetto.

Conforme o diretor de Agricultura Familiar e Agroindústria da SDR, José Alexandre Rodrigues, os produtores investiram na genética dos rebanhos e uma das dificuldades tem sido a implantação de pastagens de qualidade nutricional e volume nos períodos de inverno.

Para acessar o financiamento, os agricultores familiares devem procurar suas entidades representativas (cooperativas, associações e sindicatos), que devem enviar manifestações de interesse exclusivamente pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., do departamento de Agricultura Familiar da SDR, até 5 de março.

O pagamento pode ser efetuado até 28 de fevereiro de 2019. O programa na íntegra e as informações detalhadas podem ser acessados neste link, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone do Departamento de Agricultura Familiar da SDR: 51 3218-3361.

Texto: Nathalie Sulzbach/ Ascom SDR
Edição: Léa Aragón/ Secom


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Escolas de 21 coordenadorias regionais de Educação iniciam ano letivo

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Educação

19/02/2018 às 16:59

A maior parte da rede estadual (pelo menos 60%) começa as aulas na próxima segunda-feira (26). Mas no interior, para se adaptar ao calendário das escolas municipais, 315 escolas de 21 coordenadorias da rede iniciaram nesta segunda (19). A medida é necessária porque o transporte escolar, por questão de logística, é feito (e pago) de forma conjunta entre o Estado e os municípios. 

Em Caxias do Sul e em Erechim, 39 estabelecimentos de ensino já tiveram o início das atividades. A abertura do ano letivo na região da 11ª CRE, em Osório, na semana passada, teve a participação do coral infanto-juvenil de Barra do Ouro e contou com a presença das 102 diretoras na Câmara de Vereadores de Osório. 

Em Santa Maria, região da 8ª Coordenadoria, o evento de início do ano letivo reúne a comunidade escolar nesta terça-feira (20), no Instituto São José. A 35ª CRE, de São Borja, abre o ano letivo com eventos em parceria com a Unipampa - Campus de São Borja e URI - campus de Santiago.

Os palestrantes convidados vão desenvolver seus trabalhos junto à CRE. Os eventos ocorrem nos dias 22, em São Borja (para os municípios de São Borja, Maçambará, Itacurubi e Garruchos), e 23, em Santiago (para Santiago, Capão do Cipó e Unistalda). Em São Leopoldo, a 2ª CRE tem sua programação no dia 28. 

Recuperação

As escolas que estão em recuperação de greve terão o início de ano letivo posterior. Cerca de 1% das escolas, só em abril - a Secretaria da Educação (Seduc) estuda caso a caso e ainda trabalha para que, mesmo nestes estabelecimentos de ensino, as aulas terminem até dezembro de 2018. 

Texto: Tayná Schultz/ Ascom Seduc
Edição: Léa Aragón/ Secom


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Agudo é beneficiado com recuperação de estradas vicinais

19/02/2018 às 15:58

recuperação de estradas vicinais

Ação conta com o empréstimo de escavadeira hidráulica ou pela contratação de horas/máquina, melhorando a mobilidade nas estradas da zona rural e prevenindo alagamentos e enchentes - Foto: Jean P. H. Maidana/Ascom Sosh? - Download HD (3,28 MB)

Para melhorar a vida dos moradores que residem na zona rural dos municípios, a Secretaria de Obras, Saneamento e Habitação (SOSH), em convênio com as prefeituras, atua na recuperação e manutenção de estradas vicinais e o desassoreamento dos rios e arroios. A ação é desenvolvida com o empréstimo de escavadeira hidráulica ou pela contratação de horas/máquina, melhorando a mobilidade nas estradas da zona rural e prevenindo alagamentos e enchentes.

Em Agudo, na Região Central, são recuperados 19 quilômetros de estradas vicinais nas localidades de Linha Teutônia e Canto Católico. O município foi contemplado com a contratação de 800 horas de caminhão para auxiliar no transporte do cascalho utilizado na recuperação das vias. A prefeitura também está empregando uma escavadeira hidráulica, um rolo compactador, uma motoniveladora e caminhões. 

Saiba mais: 

No final de dezembro, o Estado assinou com 13 municípios e a empresa Komak, o acordo para contratação de horas/máquina para obras emergenciais nos municípios. O investimento na contratação destes serviços foi de R$ 2.496.753,93.

Os municípios beneficiados foram Agudo, Barros Cassal, Boqueirão do Leão, Braga, Faxinal do Soturno, Maratá, Pareci Novo, Progresso, Riozinho, Sant’Ana do Livramento, São Jerônimo, Uruguaiana e Venâncio Aires. Todos decretaram situação de emergência por causa de perdas e estragos decorrentes de fenômenos climáticos, como chuvas fortes e alagamentos em 2017.

Texto: Jean P. H. Maidana/Ascom Sosh
Edição: Léa Aragón/ Secom


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Perfuração de poços artesianos vai beneficiar 77 famílias em Júlio de Castilhos

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19/02/2018 às 15:52

A ação vai beneficiar 77 famílias das localidades de Val de Serra, Santo Antão, Japepó e Aeroporto

A ação vai beneficiar 77 famílias das localidades de Val de Serra, Santo Antão, Japepó e Aeroporto - Foto: Tiago Belinski/SOSH - Download HD (519,00 kB)

O governo do Estado, por meio da Secretaria de Obras, Saneamento e Habitação (SOSH), e a prefeitura de Júlio de Castilhos assinaram, na tarde desta segunda-feira (19), termo de cooperação técnica para a perfuração de quatro poços artesianos. A ação vai beneficiar 77 famílias das localidades de Val de Serra, Santo Antão, Japepó e Aeroporto. O termo foi assinado pelo secretário Fabiano Pereira e pelo prefeito João Vestena.

“Oportunizar e facilitar o abastecimento de água para as famílias que residem em localidades do interior é criar condições necessárias para que elas tenham acesso a esse bem precioso, garantindo dignidade e saúde. Estamos felizes por atender a essa demanda das comunidades de Júlio de Castilhos”, afirmou Fabiano.

Também participaram da assinatura o diretor de Saneamento da SOSH, Jean Bordin; o diretor de Desenvolvimento Urbano, Rodrigo Reis; e o chefe de gabinete, Pedro Luiz Maboni.

Texto: Jean P. H. Maidana/Ascom SOSH
Edição: Sílvia Lago/Secom


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