Redação

Balada Segura completa oito anos com 577 mil abordagens em todo o RS

Foi na Cidade Baixa, em Porto Alegre, que aconteceu a primeira blitz da Balada Segura no dia 4 de fevereiro de 2011. Oito anos depois, presente em 34 municípios do estado, o programa colhe resultados positivos. 

Em 2011, o percentual de motoristas sob o efeito de álcool ou que se recusavam a fazer o teste do etilômetro era de 12,2% sobre o total de abordados. Em 2018, esse percentual passou para 6,8%, uma variação de -44% no período.

Foram mais de nove mil blitze desde então, totalizando 577 mil abordagens em todo o RS. As operações da Balada Segura já flagraram (e retiraram de circulação) mais de 47 mil condutores que dirigiam sob o efeito de álcool ou recusaram o teste.

CRONOLOGIA DA BALADA SEGURA

4 de fevereiro de 2011 - Início do projeto-piloto em Porto Alegre. As blitze eram realizadas nas noites e madrugadas de sextas e sábados. Apenas os condutores suspeitos de consumo de álcool eram solicitados a fazer o etilômetro;

27 de setembro de 2011 - Expansão da Balada Segura em Porto Alegre. As blitze passam a ser realizadas com maior frequência e todos os motoristas abordados são solicitados a fazer o teste do etilômetro;

17 de dezembro de 2011 - Primeira Balada Segura no Litoral. As blitze eram realizadas pela Brigada Militar;

9 de fevereiro de 2012 - Início da expansão para o interior do estado. Canoas é o primeiro município depois da capital a implantar a operação. No decorrer de 2012 e 2013, outros 18 municípios começam a ter a Balada;

23 de dezembro de 2013 - Entra em atividade a primeira equipe de fiscalização de trânsito do DetranRS. Após 16 anos de história, a Autarquia passa a ter servidores com prerrogativas para registrar autuações e executar medidas administrativas;

9 de junho de 2014 - O DetranRS forma mais 12 agentes de trânsito para atuar na Balada Segura na capital, permitindo a realização de até três blitze simultâneas;

12 de dezembro de 2014 - Gravataí implanta a Balada Segura e o ano de 2014 fecha com mais 27 municípios integrando a rede da Balada Segura no RS;

31 de março de 2015 - Estância Velha adere ao programa e completa o time de 28 municípios engajados na Balada Segura;

20 de julho de 2015 - Inicia o curso de formação para mais 18 servidores do DetranRS;

31 de dezembro de 2015 - Balanço de 2015 aponta crescimento de 49% das abordagens em relação ao ano anterior;

31 de dezembro de 2016 - Abordagens da Balada Segura crescem 19% em relação ao ano anterior no estado;

Março de 2017 - Agentes do DetranRS começam a realizar a blitz itinerante, reforçando as equipes dos municípios do interior do estado. Foram realizadas blitze conjuntas em Eldorado do Sul, Sapucaia, Uruguaiana, Santana do Livramento, Alegrete, Passo Fundo, Cruz Alta, Canoas, Cachoeirinha e outros;

21 de setembro de 2017 - O DetranRS estreia em Porto Alegre a modalidade de blitz volante. Utilizando-se de um ônibus, a operação tem mais agilidade para mudar de ponto durante a noite;

31 de dezembro de 2017 - O ano fecha com mais cinco municípios integrados à rede da Balada Segura no estado – Camaquã, Viamão, Cachoeirinha, Sapucaia do Sul e São Borja. Isso totaliza 33 municípios conveniados;

4 de maio de 2018 - Garibaldi é o 34º município a aderir à Balada Segura;

14 de dezembro de 2018 - Balada Segura atua no Litoral pelo oitavo ano consecutivo.

Texto: Mariana Goldmeier Tochetto/Detran-RS
Edição: André Malinoski/Secom

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Leilão do DetranRS oferta 811 itens entre veículos e sucatas em Santa Maria

O DetranRS promove na quarta-feira (6), em Santa Maria, leilão de veículos e sucatas de oito Centros de Remoção e Depósito da região. Começa às 10h, no Park Hotel Morotin (BR-287, km 239, nº 1.981).

Nesta segunda (4), das 9h às 17h, assim como na terça (5), os lotes estão abertos à visitação pública, quando será permitido conhecer e examinar os bens nos respectivos depósitos.

No total, serão ofertados 811 itens retidos administrativamente e não reclamados pelos proprietários que estão nos depósitos de Caçapava do Sul, São Vicente do Sul, Santiago, Santa Maria, Rosário do Sul, Restinga Seca e Faxinal do Soturno.

Os interessados podem arrematar dois tipos de bens: sucatas para reciclagem ou veículos com documentação (aptos para voltar à circulação). Os veículos com documentação não têm restrições policiais e/ou judiciais e são desvinculados de qualquer pendência legal ou financeira.

Veículos
Podem participar pessoas físicas e jurídicas de qualquer natureza. Para arrematar o lote, o comprador deverá apresentar, no ato, RG, CPF e comprovante de residência, se pessoa física. No caso de pessoa jurídica, contrato social ou cópia autenticada, CNPJ, além de RG e CPF do representante.

Sucatas
A compra de sucatas somente poderá ser realizada por empresas que atuam como desmanches de veículos, venda de peças usadas e reciclagem de sucatas registradas no DetranRS (CDVs).

As informações dos bens a serem leiloados, bem como os endereços dos locais de visitação estão publicados nos editais de números 1 a 8/2019. Clique aqui e confira esses e outros editais.

O calendário com os demais leilões agendados e número de veículos ofertados pode ser conferido aqui.

Texto: Mariana Goldmeier Tochetto/DetranRS
Edição: Marcelo Flach/Secom

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Governador discute acordos de cooperação técnica com a ONU

Para avançar na discussão de acordos de cooperação técnica internacional com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) da ONU, o governador Eduardo Leite se reuniu com representantes da entidade na manhã desta segunda-feira (4), em Brasília.

Durante o encontro, na sede da ONU, Leite ressaltou a intenção do Estado de buscar parcerias para a qualificação de processos internos do governo. Além disso, foram discutidas possibilidades de cooperação na área fiscal, a partir de experiências de outros países que conseguiram reduzir a crise financeira, como Grécia e Portugal.

A secretária de Planejamento e Gestão, Leany Lemos, que esteve na reunião, ressaltou que algumas possibilidades de parcerias já estão em estágio mais avançado. O representante residente interino do PNUD no Brasil, José Eguren, destacou o interesse da entidade em trabalhar em conjunto com o Rio Grande do Sul, principalmente na parte de gestão de pessoal, de patrimônio e de processos internos do governo.

PNUD BSB acordoForam discutidas possibilidades de cooperação na área fiscal, a partir de experiências de outros países - Foto: Gustavo Mansur

"Não podemos nos resignar com o problema fiscal que temos, precisamos trabalhar paralelamente na qualificação do governo, dos nossos processos e da máquina pública. Foi uma primeira conversa muito importante", explicou o governador.

Agência líder da rede global de desenvolvimento da ONU, o PNUD foca o combate à pobreza e o desenvolvimento humano. Presente em 166 países, colabora com governos, com a iniciativa privada a e com a sociedade civil para ajudar as pessoas a construírem uma vida mais digna.

Texto: Juliano Rodrigues
Edição: Léa Aragón/ Secom

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Casa do Artesão tem curso inédito para a produção de bichos em tricô ou crochê

Pela primeira vez, a Casa do Artesão de Porto Alegre oferece um curso de amigurumi. A técnica artesanal japonesa é utilizada, principalmente, na decoração de quartos infantis.

Desenvolvida a partir dos anos 1980, a amigurumi tem a origem de seu nome na união de ami (tricô ou malha) com nuigurumi (bichos de pelúcia). Consiste na confecção de bichinhos em tricô ou crochê que servem como uma alternativa aos bonecos em fibras sintéticas. Por serem produzidos em linhas de algodão, suportam ser lavados na máquina, reduzindo a chance de alergias.

Além de ser uma decoração diferenciada, os bichos em amigurumi podem ter uso terapêutico. Bonecos em formato de polvo começaram a ser utilizados em UTIs neonatais na Dinamarca há cerca de cinco anos. A técnica também está presente nos hospitais brasileiros. A explicação é que, ao abraçar o boneco, os bebês não se sentem sozinhos na incubadora, ficam mais tranquilos e mantêm a frequência cardíaca em ritmo adequado.

A instrutora do curso de amigurumi será a artesã Lucia Salete da Silva, que há quase três anos trabalha com a técnica. “Para mim, o artesanato é uma forma de transmitir amor e energia para as outras pessoas. A minha expectativa para o curso é de colocar emoção no meu trabalho, dividir e trocar experiências e conhecimento e, assim, crescer”, destaca. Lucia é professora aposentada e começou a produzir artesanato aos 15 anos, quando aprendeu tear e macramê.

Além da técnica de amigurumi, a Casa do Artesão de Porto Alegre (Av. Júlio de Castilhos, 144, Centro Histórico) recebe inscrições para outros cinco cursos de artesanato (veja abaixo). Interessados devem comparecer com carteira de identidade.

Ao final dos cursos, os participantes com frequência mínima de 70% recebem certificado. A carga horária é de 80 horas/aula para todas as capacitações, exceto a de bonecas de tecido, com 30 horas/aula. A mensalidade de cada curso custa R$ 180.

Programa Gaúcho do Artesanato
A Casa do Artesão é uma ação do Programa Gaúcho do Artesanato (PGA), desenvolvido pela Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS). O programa incentiva a profissionalização e fomenta a atividade artesanal com políticas de formação, qualificação e apoio à comercialização.

É responsável pela emissão da carteira de artesão, que viabiliza a isenção de ICMS para a circulação de produtos, a emissão de notas fiscais e a exportação como pessoa física, além da participação em exposições e feiras para comercialização dos produtos.

Cursos na Casa do Artesão
De 18/3 a 12/6 - segundas e quartas-feiras:
– Tecelagem básica (9h às 12h)
– Tecelagem avançada (14h às 17h)

De 19/3 a 18/6 - terças e quintas-feiras:
– Amigurumi (9h às 12h)
– Entalhe em madeira básico (9h às 12h)
– Pintura em tela acrílica (14h às 17h)

De 19/3 a 18/4 - terças e quintas-feiras:
– Bonecas de tecido (14h às 17h)

Endereço: Av. Júlio de Castilhos, 144, Centro Histórico, Porto Alegre
Informações: (51) 3226-3055.

Texto: Jaíne Martins/FGTAS
Edição: Marcelo Flach/Secom

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Fepam alerta municípios sobre prorrogação de prazo do Sinaflor

O Sistema Nacional de Controle da Origem de Produtos Florestais (Sinaflor) – que centraliza as informações quanto à exploração florestal nativa e, consequentemente, o transporte dos produtos florestais – teve a obrigatoriedade prorrogada por 180 dias no país por decisão do Ibama. O novo prazo está na Instrução Normativa nº 04/2019, que passa a contar a partir da publicação no Diário Oficial da União, em 23 de janeiro.

Em razão disso, o Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) alerta aos municípios gaúchos que não deixem de usar o sistema e busquem informações para pleno uso da ferramenta. Chefe da Divisão de Aquacultura e Culturas Perenes, Giovana Rossato Santi lembra que a Fepam obteve na Justiça, em dezembro de 2018, liminar para que os municípios com dificuldades operacionais para o adequado manuseio e uso do Sinaflor pudessem emitir as autorizações fora do sistema até o fim de abril.

Ao conceder a liminar, a juíza Clarides Rahmeier acolheu os argumentos da Fepam sobre as dificuldades para aderir ao sistema de cadastro de autorizações de supressão de vegetação nativa para uso alternativo do solo.

Giovana explica que, no estado, a grande maioria dos municípios atua no licenciamento ambiental. Entretanto, o Ibama não havia previsto, inicialmente, o uso para municípios. “A obrigatoriedade e a impossibilidade de uso do sistema travou projetos e o trabalho de empreendedores”, disse a chefe da divisão.

Previsto na Lei Federal nº 12.651/2012, o Sinaflor foi criado no final de 2014 e se tornou obrigatório em 2 de maio de 2018. O sistema integra o controle da origem da madeira, do carvão e de outros produtos ou subprodutos florestais, sob coordenação, fiscalização e regulamentação do Ibama.

Texto: Catarina Gomes/Ascom Fepam
Edição: Marcelo Flach/Secom

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Corsan esclarece situações de desabastecimento em Santa Maria

Situações de desabastecimento ocorreram nos últimos dias nas áreas sul e oeste de Santa Maria. Em razão disso, a Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) presta os seguintes esclarecimentos.

Estão em andamento obras de travessia urbana na BR-287 e de melhorias na BR-392. São obras viárias importantes para o desenvolvimento do município e da região. No entanto, podem causar rompimentos em tubulações. Inclusive a Corsan tem colaborado com os trabalhos: antes de intervenções das empresas executoras das obras, a Companhia realizou sondagens nos locais para identificar a presença de tubulações que pudessem ser rompidas.

O tipo de obra executado nas rodovias caracteriza-se por ações como movimentação de terras, escavações próximas a tubulações e utilização de maquinário de grande porte (caminhões munck e escavadeiras). Tais fatores podem ocasionar rompimentos de redes de água, causando desabastecimento – como ocorreu nos dias 21, 29 e 30 de janeiro.

Nas três ocasiões, a Corsan, a partir da identificação de eventos de rompimentos, imediatamente iniciou os procedimentos para a realização dos reparos. Cabe destacar que, como nessas regiões de obras das rodovias localizam-se tubulações de grandes diâmetros (distribuidores), o reparo tem uma duração maior. Somam-se a essas situações as altas temperaturas, que aumentam de forma significativa o consumo de água, retardando uma recuperação mais rápida do sistema.

Para contatar a Companhia e obter informações sobre a situação do abastecimento, ligue para o Corsan 24 Horas: 0800-646-6444.

Texto: Douglas Carvalho/Corsan
Edição: Marcelo Flach/Secom

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Coro Sinfônico da Ospa busca novos cantores

A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) inicia o ano de 2019 com uma boa notícia para os cantores de Porto Alegre e arredores – o Coro Sinfônico da Ospa, um dos principais grupos corais do estado, procura novos integrantes. As inscrições estarão abertas a partir do dia 10 de fevereiro, e os interessados devem encaminhar a solicitação da ficha de admissão pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Os candidatos devem ter experiência em canto coral, conhecimento teórico-musical básico e tempo disponível para ensaios e apresentações. 

A avaliação ocorrerá no início de março na Sala do Coro Sinfônico da Casa da Música da Ospa, que fica no Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff). No dia 8 de março, sexta-feira, as provas serão das 18h às 22h, e no dia 9 de março, sábado, das 14h às 18h. Os testes abordarão aspectos como solfejo simples, aptidão vocal, ritmo e afinação. O ensaios do Coro Sinfônico acontecerão na Casa da Ospa nas terças, quartas e sextas-feiras, das 19h30 às 22h. Na mais recente temporada da Ospa, o Coro Sinfônico da orquestra se destacou na interpretação da Sinfonia nº 9 de Beethoven e da “Um Réquiem Alemão”, de Brahms, entre outros espetáculos. A temporada 2019 da orquestra reserva, mais uma vez, uma agenda movimentada para o grupo. A programação completa, com detalhes sobre repertórios e solistas, será lançada em fevereiro.

Mais informações aqui ou pelo telefone (51) 3222-7387.

Mais sobre o Coro Sinfônico da Ospa

O Coro Sinfônico da Ospa é formado por aproximadamente 80 cantores que se dedicam a interpretar grandes obras. Além de participações marcantes na programação da Ospa, inclusive em montagens operísticas encenadas, o grupo também realiza concertos à capela, em diferentes cidades do estado, e com outras orquestras ou grupos instrumentais. Em seu repertório estão obras de Beethoven, Mahler, Gounod, Brahms, Bach, Haendel, Haydn, Vivaldi, Verdi, Puccini, Bizet, Orff, Rachmaninoff, Stravinsky, Rimsky-Korsakov, Tchaikovsky, Mussorgsky, Borodin, entre outros.

Seleção de novos cantores para o Coro Sinfônico da Ospa

Inscrições

Quando: a partir do 10 de fevereiro de 2019

Como: pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Pré-requisitos: experiência em canto coral, leitura musical e disponibilidade de horário para apresentações e ensaios.

Texto: Marília Lima/Ascom Ospa
Edição: André Malinoski/Secom

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Estantes Móveis com cerca de 100 livros estão disponíveis para instituições

O Instituto Estadual do Livro (IEL) dispõe para empréstimo estantes móveis de livros a instituições voltadas a idosos, hospitais, clínicas, abrigos e outras entidades ou projetos da mesma natureza, compostas por cerca de 100 livros de literatura brasileira e internacional. A iniciativa consiste em um acervo itinerante e integra o programa 'Acervo Itinerante – Tudo a Ler'. 

Obras que pertencem à coleção do IEL e provenientes de doações feitas por editoras parceiras e entidades apoiadoras, incluem 'O Reino das Cebolas', de Cintia Moscovich; 'As Aventuras de Tibicuera', de Erico Verissimo; 'Os Anjos de Badaró', de Mário Prata; 'As Meninas', de Lígia Fagundes Telles; 'Odisséia', de Homero; 'O Pequeno Principe', de Antoine de Saint -Exupéry; e 'Quem Faz Gemer a Terra', de Charles Kiefer, entre muitos outros títulos.

As estantes móveis e seus respectivos acervos podem ficar dois meses em cada instituição, podendo ser utilizadas em diferentes ações, antes de serem levadas à próxima, preferencialmente, em uma área geográfica adjacente, de modo a facilitar o revezamento. Cada instituição deve comprometer-se, mediante termo de empréstimo assinado pelo responsável, a zelar pela integridade do material e do acervo, e a organizar atividades de estímulo à leitura que utilizem o material, como rodas de leitura e saraus. 

Interessados podem se inscrever pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., mediante informação do nome e contato da instituição, breve descrição das atividades que serão feitas com o acervo e nome e contato (telefone e e-mail) do responsável pelo projeto junto à instituição. Informações e/ou 51 3314-6450.

Texto: Ascom IEL
Edição: Léa Aragón/ Secom

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Emater/RS-Ascar faz balanço da produção de frutas na Serra

A produção de frutas é a principal atividade agropecuária dos municípios da Serra. Pela sua importância econômica e social, a cada ano o Escritório Regional da Emater/RS-Ascar em Caxias do Sul faz um balanço da safra de frutas. A avaliação envolve a produção de 55 municípios, dos quais 49 da região de Caxias do Sul, e os demais das regiões de Passo Fundo e Lajeado.

A principal frutífera cultivada na região, a parreira, que ocupa uma área aproximada de 39 mil hectares, deverá ter uma produção 20% menor do que a do ano passado (790 mil toneladas), ficando em torno de 635 mil toneladas, considerando toda a fruta com propósito comercial (para industrialização e consumo in natura). O principal motivo da redução foi o granizo ocorrido no final de outubro de 2018.

O engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar, Enio Ângelo Todeschini, lembra que a qualidade da fruta, tanto sanitária quanto da concentração de açúcar, está depende exclusivamente das condições climáticas de agora em diante, com previsão de término da colheita no final do mês de março.

De acordo com Todeschini, a safra atual também foi marcada por um inverno com acúmulo de horas de frio abaixo de 7,2°C, próximo da média histórica; por chuvas acima da média a partir de maio, o que afetou o pegamento das frutas  e a necessidade de constante vigilância quanto à sanidade das culturas; pelo frio moderado nos meses de agosto e setembro, constante umidade do ar e do solo e escassa insolação; além da ocorrência de granizo de intensidade e abrangência desproporcionais em 12 municípios da região, no dia 31 de outubro de 2018.

Outras espécies cultivadas na região, como a macieira e o pessegueiro, devem ter uma produção semelhante à da safra passada. Com a colheita finalizada em meados de janeiro, e uma produção estimada em 38 mil toneladas, a safra do pêssego apresentou frutas de bom calibre e sanidade, com ausência da principal praga, a mosca-das-frutas, até o final de dezembro. O volume final, 40% inferior ao previsto inicialmente, foi em virtude do granizo. Com menor oferta de pêssegos, o mercado se manteve comprador e a precificação acima da média. Já culturas como a ameixeira, o caquizeiro e a laranjeira terão produções superiores às de 2017/2018.

Apesar da grande influência das condições climáticas na safra, Todeschini ressalta a importância do manejo dos pomares de todas as espécies. “A cada ano que passa, o manejo nos pomares vem sendo aperfeiçoado, refletindo-se no aumento da produtividade ou na redução das perdas. “A prática cultural de maior adesão e efeitos a médio e longo prazo é o uso de plantas de cobertura (proteção) do solo, reduzindo grandemente o uso de agroquímicos e, como consequência, as perdas de solo, nutrientes e água”, conclui. 

Estimativas para cada espécie: 

Macieira - Estimativa de produtividade um pouco abaixo da média histórica. Teve um florescimento bom e apresenta um enfolhamento exuberante. A quebra na produtividade é em função das condições climáticas adversas no período do pegamento das frutas da Gala, principal variedade cultivada no RS. A segunda em importância, a Fuji, com um terço da área da Gala, apresenta uma carga de frutas além do necessário, exigindo forte intervenção na prática cultural do raleio. 

Pessegueiro - Com a colheita finalizada em meados de janeiro, apresentou frutas de bom calibre e sanidade. Pomares se mostraram livres de fitopatias e a principal praga, a mosca-das-frutas, se manteve ausente até o final de dezembro. A produtividade média sofreu forte redução pelo efeito do granizo do final de outubro.Até final de outubro, a estimativa inicial era de serem colhidas 62 mil toneladas na área de 3.340 ha, volume acima da média. As perdas diretas e indiretas – principalmente pela incidência de podridões nas frutas machucadas - chegaram a 40% do volume inicialmente previsto. Com menor oferta de pêssegos, o mercado se manteve comprador e a precificação, acima da média. 

Ameixeira - Espécie fortemente dependente de polinização cruzada (entre diferentes cultivares), apresentou bom florescimento, porém, pegamento deficiente. Também foi bastante afetada pelo granizo, interferindo no volume produzido. A colheita da principal e mais tardia cultivar (Letícia) deverá ser encerrada no final de janeiro. Igualmente ao pêssego, a menor oferta mantém a precificação acima da média para frutas de primeira. 

Caquizeiro - Cultura vem enfrentando dificuldades na produção e manutenção da área cultivada em função da questão fitossanitária, principalmente as variedades de polpa escura. Parte dos pomares foram atingidos pelo granizo, porém, com poucos danos nas frutas, pois ainda não estavam no período da frutificação. Plantas com boa sanidade e vigor. 

Figueira - Cultura em início de colheita, demonstrando as plantas um número e calibre de figos dentro da média histórica. Pomares com boa sanidade e vigor. Comercialmente, há uma certa preocupação com a colocação da produção destinada à industrialização, com tendência de achatamento da precificação. 

Quivizeiro - Pomares evidenciam boa brotação e tiveram um florescimento dentro do esperado. O pegamento também foi satisfatório por ter ocorrido uma boa fecundação, traduzindo-se em boa carga de frutas, com previsão de início de colheita em março. Parte da área foi atingida pelo granizo. Cultura continua com sérias questões de manutenção e produção na região, devido à questão fitossanitária. 

Pereira - Plantas com boa brotação e frutificação um pouco abaixo da esperada, pelo fato da necessidade de polinização cruzada, sendo a mesma afetada sensivelmente pela excessiva umidade nos períodos de fecundação e pegamento. 

Morangueiro - Espécie que pouco se ressentiu da excessiva umidade nos meses de primavera. Apresentou boa produtividade nas diversas floradas. Frutos de qualidade esperada, com produtividade dentro da média. Apesar do aumento constante de produção e oferta da fruta, a valoração se manteve boa em todo o período de colheita. 

Goiabeira - Cultura mostra  uma  produtividade normal e muito  boa sanidade dos pomares, devendo iniciar a colheita no próximo mês nos locais de mesoclima mais quente. Preocupação com precificação e colocação de toda a produção vem se mantendo, fato que vem afetando o ânimo e a disposição dos goiabicultores. 

Amoreira Preta - Boa  produtividade e frutos de calibre bem acima da média, com ótima sanidade, tanto das amoras quanto das plantas. Fluxo comercial ficou mais tranquilo do que na safra anterior, e preço auferido, dentro do esperado. 

Mirtileira - Colheita se encaminha para o encerramento, tendo uma produtividade bem melhor que a da safra passada. Plantas com boa sanidade e frutas de ótima qualidade. Fluxo comercial sem maiores entraves. 

Framboezeira - Com  ótima brotação e florescimento, a cultura se comportou dentro do esperado, com a produtividade da primeira safra um pouco  acima da média . A segunda está iniciando a colheita. Comercialmente, a fruta in natura manteve preços remuneradores. 

Laranjeira - Frutífera em início de frutificação, com plantas de ótima sanidade. Número de frutos um pouco abaixo da média, com  evidência de produtividade abaixo da esperada. No entanto, boa parte da ausência de frutos pode ser compensada pelo calibre/peso das laranjas a serem colhidas. 

Bergamoteira - Plantas com bom vigor e ótima sanidade. Pegamento de frutos dentro da média, antevendo-se produtividade normal. Raleio de frutas em final de processamento.

Texto: Rejane Paludo - Emater/RS-Ascar
Edição: Léa Aragón/ Secom

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Pelotas sediará abertura da tradicional colheita da uva neste domingo

A 9ª Abertura da Colheita da Uva de Pelotas acontecerá, neste domingo (3), às 16h, na propriedade de Rafael Boher, na colônia São Manoel, no interior do município. A abertura oficial será antecedida pelo início das vendas de uvas e seus derivados, às 13h30.

A tradicional atividade do calendário rural pelotense trará este ano uma novidade para o público: a degustação da fruta diretamente no parreiral. Também haverá atrações gastronômicas, agroindústrias, artesanato, mateada e apresentação musicais. O encerramento ocorrerá às 20h.

O intuito da iniciativa, de acordo com o extensionista do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar de Pelotas, Rodrigo Prestes, é apresentar à comunidade o resultado final da produção para divulgar não só a qualidade da fruta, como o potencial produtivo do município para a viticultura.

"A ocasião ressaltará o aspecto técnico, de promoção do cultivo entre os produtores que visitam o evento, através da demonstração de estufas, pomares e orientações técnicas, atestando que a viticultura pode ser conciliada com outras culturas e apresenta-se como uma relevante alternativa de renda", explica o extensionista.

O evento faz parte da estratégia do setor para explorar o potencial econômico do cultivo de viníferas na região, fomentando a uva de mesa e para a agroindústria, uma vez que, segundo Prestes, "por anos a fruta foi produzida na região majoritariamente para consumo próprio das famílias, no fundo dos quintais".

Supersafra

Aproximadamente 35 produtores rurais de Pelotas impulsionam as atividades com o cultivo de uva das variedades de mesa niágara rosa e izabel, além da bordô, que é própria para a fabricação de sucos e vinhos. Neste ano, o grande número de horas de frio no inverno e a pouca ocorrência de chuva no período de formação da fruta são fatores que se somaram para indicar que a uva terá uma supersafra, com acréscimo de cerca de 10% a 15% em relação ao ano passado, quando a produção girou em torno de 1,4 milhão de toneladas. A safra é direcionada ao abastecimento do mercado local e da região, apresentando qualidade na produção e facilidade na comercialização.

Texto: Ascom Emater-RS
Edição: Gonçalo Valduga/Secom

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Festa consolida vocação da capital do churrasco

Depois de sancionar a lei que transforma Lagoa Vermelha na capital do churrasco, o governador Eduardo Leite esteve no município nesta sexta-feira (1º) para participar de eventos relacionados à tradição gaúcha.

Leite compareceu à abertura oficial da 19ª Festa Nacional do Churrasco, no CTG Alexandre Pato, um dos mais tradicionais do estado. No local também ocorre o 5º Rodeio Crioulo Internacional.

“Estes eventos têm a característica de valorizar a tradição, a autoestima da cidade, mas também repercutem de maneira econômica. Consolida uma vocação turística do município e da região, e isso atrai renda”, disse o governador. Lagoa Vermelha ainda pretende se tornar capital nacional do churrasco e patrimônio imaterial e cultural.

A Festa e o Rodeio ocorrem a cada dois anos como forma de incentivar e preservar hábitos tradicionais gaúchos. Para esta edição, que começou quarta-feira (30) e termina domingo (3), são esperadas cerca de 50 mil pessoas.

Agradecendo a presença de Leite, o prefeito Gustavo Bonotto comemorou o sucesso do evento que, segundo ele, fica maior a cada edição. “Nossa festa só é possível porque é realizada por pessoas que vivem o tradicionalismo e a cultura”, celebrou.

A secretária estadual da Cultura, Beatriz Araujo, também compareceu ao evento, assim como os deputados estaduais Sérgio Turra – autor do projeto de lei para tornar Lagoa Vermelha a capital estadual do churrasco – e Paparico Bacchi e o deputado federal Ronaldo Santini.

Texto: Suzy Scarton
Edição: Marcelo Flach/Secom

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Secretário apresenta diagnóstico da crise fiscal do Estado a empresários

Um dia depois de o governador Eduardo Leite divulgar os principais dados fiscais do Estado, o secretário da Fazenda, Marco Aurélio Santos Cardoso, apresentou de forma transparente a situação financeira a lideranças da Federação das Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul). Cardoso, ao lado do secretário adjunto Jorge Luis Tonetto, foi recebido pela presidente Simone Leite na primeira Reunião de Integração da entidade, em Osório.

Na quinta-feira (31), Simone entregou ao governador o projeto do Fórum Federasul O Rio Grande em Transformação. "Estamos apresentando um diagnóstico para que os gaúchos conheçam a gravidade das finanças e todos os riscos presentes neste momento. Nosso trabalho é no sentido de eliminar os riscos e poder apresentar um plano para superar as dificuldades", disse o secretário.

A presidente da Federasul disse que a entidade quer aprofundar a análise com as filiadas e difundir ideias que auxiliem na transformação do Estado. "Os dados apresentados garantem subsídios para que possamos melhor compreender os desafios", afirmou Simone.

Também esteve presente no encontro o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira, que falou sobre os esforços da Receita para simplificar processos tributários tanto internamente quanto no âmbito federal, auxiliando no desenvolvimento estadual.

Grave crise nas finanças

A insuficiência crônica do Orçamento de 2019 (considerando riscos de dívida com a União e precatórios) soma R$ 7 bilhões. Isso significa que, estruturalmente, o Estado não teria recursos para quitar mais do que oito folhas de pagamento.

Portanto, na hipótese limite da estabilidade dessa insuficiência estrutural (R$ 7 bilhões) com os valores não pagos à União 2017/2018, mais o impacto do estouro do Teto de Gastos, restos a pagar e despesas de exercícios anteriores (R$ 15,1 bilhões), o desafio de equacionamentos das contas do Estado é de R$ 22,1 bilhões somente em 2019 - projetando um total de R$ 43 bilhões ao longo dos quatro anos de mandato.

Essa previsão da Secretaria da Fazenda é feita considerando o cenário atual para 2019 (restos a pagar, dívida e insuficiência de caixa) e também os riscos fiscais aos quais o RS está exposto no período de quatro anos (queda da liminar da dívida no STF, que poderia ter efeitos retroativos a 2017, a ampliação do pagamento do saldo de precatórios de cerca de R$ 50 milhões ao mês para R$ 210 milhões, além dos efeitos do não cumprimento do teto de gastos).

Texto: Ascom Sefaz
Edição: Gonçalo Valduga/Secom

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Vigilância alerta para risco de aumento da proliferação do Aedes aegypti com o calor e as chuvas em fevereiro

A coordenadora da Divisão de Vigilância Ambiental do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), Lúcia Mardini, alerta que o calor e as chuvas previstas para fevereiro podem aumentar a proliferação do Aedes aegypti no Rio Grande do Sul. “Temos que intensificar os cuidados com o aumento da presença do mosquito, porque o calor acelera o ciclo de vida do inseto.”

O mês de janeiro terminou com o registro de 320 municípios infestados pelo mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Um índice alto, considerando a série histórica. Em 2016, ano em que ocorreram mais de 2 mil casos autóctones de dengue no estado, foram identificados focos em 210 municípios. Desde então, a cada ano houve um aumento gradativo do número de municípios infestados.

Segundo o técnico do Núcleo de Eventos Ambientais Adversos à Saúde, Mauro Kruter Kotlhar, dois fatores que causam o aumento da proliferação do inseto são o calor e a umidade do ambiente. “A persistência de temperaturas elevadas e chuvas bem distribuídas em todo o estado são condições climáticas favoráveis para o desenvolvimento do Aedes aegypti”, afirma.

Ele informa que a previsão do 8º Distrito de Meteorologia do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o mês de fevereiro indica que as precipitações estarão pouco acima do padrão em todas as regiões do estado. O mesmo boletim também prevê que os valores médios das temperaturas máximas estarão acima do padrão climatológico em grande parte do RS, entre 28° C e 32° C. As mais elevadas estarão na parte Oeste, nas proximidades do Rio Uruguai, mesma região onde ocorrem os maiores volumes de precipitação, que variam entre cerca de 150 mm e 195 mm.

Com essas previsões climáticas, Lúcia Mardini salienta que é importante mobilizar a população e sensibilizar os gestores municipais para prepararem suas equipes de vigilância ambiental com as condições necessárias de trabalho, como equipamentos de segurança e veículos para deslocamento.

A coordenadora lembra que já foram destinados, para os 320 municípios infestados, R$ 4.512.567,01 para intensificação das ações de prevenção e controle do Aedes aegypti. Os repasses devem ser empregados para a ampliação da estrutura, constituição e manutenção das equipes de campo e demais ações preconizadas pelo Programa Nacional de Controle da Dengue, assegura a coordenadora.

mapadengueConfira os detalhes no mapa - Foto: Divulgação SES/RS

Série histórica do número de municípios infestados no RS:

2016...210 municípios
2017...249 municípios
2018...319 municípios
2019...320 municípios.

Principais medidas de prevenção:

- Fechar as caixas d'água, tonéis e latões;
- Guardar pneus velhos em abrigos;
- Colocar embalagens de vidro, lata e plástico em uma lixeira bem fechada;
- Limpar com escovação os bebedouros dos animais; 
- Manter desentupidos os ralos, calhas, canos, toldos e marquises; 
- Manter a piscina tratada o ano inteiro; 
- Guardar garrafas vazias com o gargalo para baixo; 
- Não acumular água nos pratos com plantas, enchendo-os com areia; 
- Colocar areia nos cacos de vidro dos muros.

Texto: Neusa Jerusalém/SES-RS
Edição: André Malinoski/Secom

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Catarina Paladini assume Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos

A manhã desta sexta-feira (1°) marcou a posse do novo secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Catarina Paladini. O ato ocorreu no gabinete da pasta, no 11º andar do Centro Administrativo, em Porto Alegre. O cargo estava sendo ocupado pelo secretário adjunto, José Francisco Alves Pereira.

Catarina Paladini afirmou que pretende combater as desigualdades e intolerâncias na área dos direitos humanos e da cidadania. “Manterei no horizonte o compromisso com os gaúchos, de gabinete aberto e em sintonia com o nosso governador Eduardo Leite”, disse.

José Antônio Júnior Frozza Paladini, 36 anos, é natural de São Miguel do Oeste, em Santa Catarina. Desde os 11 anos de idade mora em Pelotas, onde começou a militância política nos movimentos sociais.

Formado em Direito pela Universidade Católica de Pelotas, foi deputado estadual por dois mandatos. Na Assembleia, presidiu a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos e a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente e foi titular da Comissão da Educação, Cultura e Desporto. Em 2016, foi secretário do Trabalho e Desenvolvimento Social, liderando ações voltadas à geração de emprego e renda.

Texto e edição: Secom

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Agências FGTAS/Sine oferecem mais de 2,5 mil vagas de emprego no RS

As Agências FGTAS/Sine oferecem 2.534 vagas, das quais 2.157 de ampla concorrência e 377 exclusivas para pessoas com deficiência e reabilitados do INSS no Rio Grande do Sul. Interessados em se candidatar às vagas de emprego devem comparecer à unidade mais próxima com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). Os endereços e horários de funcionamento das unidades estão disponíveis no site da FGTAS

Vagas de ampla concorrência abertas no RS

Do total de vagas abertas (2.157), 62,9% não exigem experiência, 95,7% são efetivas e 28,5% não exigem escolaridade. Ainda com relação à escolaridade, 24,8% exigem ensino médio completo e 22,9%, ensino fundamental completo. As ocupações com  maior números de vagas são alimentador de linha de produção (281), vendedor de comércio varejista (89), trabalhador da pecuária - bovinos corte (64), motorista de caminhão (64), trabalhador polivalente da confecção de calça (61) e operador de telemarketing ativo (60).

As Agências FGTAS/Sine com o maior números de vagas são Caxias do Sul (147), Cachoeirinha (111), Marau (82), Teutônia (82) e Ijuí (78). No setor econômico, 39% das vagas pertencem à indústria; 23%, ao setor de serviços; 21,7%, ao comércio; 4,6%, à construção civil e 3%, à agropecuária. A remuneração de 49,9% das vagas varia de 1,5 a 2 salários mínimos; de 24,8%, de 1 a 1,5 salários mínimos; e de 10,7%, de 2 a 3 salários mínimos.

Vagas exclusivas para pessoas com deficiência abertas no RS

Das 377 vagas exclusivas para pessoas com deficiência, 39,7% exigem ensino médio completo e 31%, ensino fundamental completo. As funções com o maior número de vagas são faxineiro (43), alimentador de linha de produção (34), preparador de calçados (30), camareiro de hotel (23) e almoxarife (11). Já as Agências FGTAS/Sine com o maior números de vagas são Porto Alegre Centro (264), Santo Antônio da Patrulha (33), Estrela (12), Lajeado (10) e Carlos Barbosa (10).

No setor econômico, 77,7% das vagas pertencem ao setor de serviços; 11,9%, ao comércio e 9,5%, à indústria. Com relação à faixa salarial, 31% das oportunidades possuem remuneração de 1 a 1,5 salários mínimos; 27%, de 1,5 a 2 salários mínimos e 26%, de 2 a 3 salários mínimos.

Vagas abertas em Porto Alegre

Há 250 vagas de emprego abertas em Porto Alegre, das quais 95,6% pertencem ao setor de serviços e 4%, ao comércio; 44% exigem ensino médio completo e 30,8%, ensino fundamental completo. As funções com o maior número de vagas são camareiro de hotel (23), faxineiro (12), almoxarife (10), auxiliar de escritório em geral (8) e armazenista (6). A remuneração de 39,6% varia de 2 a 3 salários mínimos; de 25,6%, de 1,5 a 2 salários mínimos; e de 11,6%, de 1 a 1,5 salários mínimos.

FGTAS

Vinculada à Secretaria do Trabalho e Assistência Social, a Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS) é a instituição executora das políticas públicas de trabalho, emprego e desenvolvimento social do RS. Desenvolve as ações do Sistema Nacional de Emprego, operacionalizado nas Agências FGTAS/Sine, que envolvem os serviços de seguro-desemprego, geração e análise de informações sobre mercado de trabalho, projetos de emprego e renda e qualificação profissional.

Texto: Jaíne Martins/ Ascom FGTAS
Edição: Léa Aragón/ Secom

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Emater/RS-Ascar e Anater capacitam técnicos em diversificação produtiva

Mais 25 extensionistas em diversificação produtiva e implantação de projetos de atividades alternativas para a redução da dependência de famílias da renda do tabaco foram treinados em curso que se encerrou na sexta-feira (1º).

Realizada durante a semana no auditório da FEE em Porto Alegre, a capacitação, com 40 horas de duração, é uma parceria entre Emater/RS-Ascar e Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater). O treinamento atende técnicos de 20 municípios onde se busca o desenvolvimento sustentável das Unidades Familiares de Produção Agrária (UFPAs). Esta foi a terceira turma, totalizando 85 extensionistas desde novembro de 2018, quando se iniciou o projeto. Outro curso deverá ocorrer em março.

No encerramento desta nova edição, a diretora administrativa, Silvana Dalmás, e o diretor técnico, Lino Moura, agradeceram aos consultores da Anater e destacaram a importância das capacitações para os extensionistas da Emater/RS-Ascar. “Precisamos fortalecer a extensão rural como ferramenta de qualidade de vida no meio rural e, para isso, vamos nos aproximar ainda mais da Anater”, destacou Silvana. Na avaliação de Moura, a agricultura tem de se modernizar, “mas não abro mão da presença dos extensionistas nas propriedades, no contato direto com o agricultor e sua família”.

Coordenada por Jorge Luiz Siebert, do Núcleo de Desenvolvimento Econômico da Gerência Técnica, a capacitação foi conduzida pelos instrutores Alexandre da Silva Santos e Marcos Gregolin, contratados da Anater.

De acordo com o Plano de Trabalho do Programa para Agricultores Familiares inseridos em municípios com produção de tabaco, serão beneficiados 3.040 produtores de 33 municípios. As ações do programa vão contribuir para a promoção da segurança alimentar e nutricional, a articulação de políticas públicas e a geração de trabalho e renda para promover a autonomia econômica, social e organizativa dessas famílias.

Ocupação da mão de obra
Os municípios envolvidos estão distribuídos nas regiões de Pelotas, Soledade e Frederico Westphalen, com características diferenciadas nos agroecossistemas e no cultivo de tabaco. Incluindo as variedades e o calendário agrícola, o que favorece o processo de diversificação de atividades.

Conforme o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (Sinditabaco), a cadeia produtiva no RS engloba 272 municípios, contando com 86 mil produtores. A grande maioria das propriedades com tabaco têm uma estrutura voltada de forma exclusiva para esse cultivo, o que tende a dificultar um processo de transição para sistemas mais diversificados e com menor risco relacionados com fatores climáticos ou de mercado.

Apesar da cultura do tabaco ocupar a mão de obra da família durante um longo período, com momentos de demanda elevada, a ocupação não é constante. Dessa forma, a situação deve ser aproveitada como uma oportunidade, estimulando outras atividades, como bovinocultura de leite à base de pasto, apicultura, piscicultura, fruticultura (como viticultura, citricultura), olericultura para consumo familiar e para mercado, agroindústria e pecuária familiar. Também podem ser analisadas atividades não agrícolas, como artesanato e turismo rural. A Emater/RS-Ascar é entidade oficial de assistência técnica e extensão rural do RS.

Texto: Adriane Bertoglio Rodrigues/Emater-RS
Edição: Marcelo Flach/Secom

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Novo caso de dengue é registrado na região Noroeste do estado

O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) confirmou nesta sexta-feira (1º) a ocorrência do segundo caso de dengue contraída dentro do Rio Grande do Sul, chamada autóctone. Trata-se de um habitante de Cândido Godói, no Noroeste do estado, região onde já havia sido confirmado outro caso na última semana, no município de Panambi.

A época de forte calor aliado à temporada de chuvas aumenta a circulação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, o Aedes aegypti. Nesta semana, a secretária da Saúde, Arita Bergmann, anunciou a ampliação dos recursos para o controle e combate ao inseto nos municípios, distribuindo um total de R$ 4,5 milhões para 320 cidades gaúchas que registraram a presença de focos do mosquito nos últimos 12 meses.

Os dois casos confirmados neste ano representam a volta da circulação da dengue no Rio Grande do Sul, que não tinha casos autóctones confirmados desde dezembro de 2017. O ano passado foi o primeiro da série histórica da vigilância da doença em que o RS não registrou casos com circulação dentro do estado.

Além dos casos autóctones, foram ainda confirmados outros quatro casos de dengue considerados importados (residentes do estado que contraíram a doença fora do RS), chegando agora a um total de sete casos desde o início do ano. Eles aconteceram em moradores de Montenegro, Não-Me-Toque (2 casos), Lajeado, Santo Antônio das Missões e Sete de Setembro (2 casos).

Municípios infestados

Atualmente, o Rio Grande do Sul registra o maior número de municípios considerados infestados pelo Aedes aegypti em sua série histórica, iniciada em 2010. São 320 cidades que atendem a essa classificação, entre elas Panambi e Cândido Godói, onde ocorreram os casos neste ano, da mesma forma que as outras cidades com casos importados confirmados. Essas cidades demandam uma maior atenção, pois a transmissão da doença é mais suscetível. Por isso, todas elas receberam recursos do Estado para incrementar as ações de vigilância, especialmente as de prevenção e cuidado.

Para ser considerado infestado, o município deve inicialmente ter identificado um foco de larvas do mosquito nas atividades de vigilância em armadilhas ou pontos estratégicos, como borracharias, depósitos de veículos, depósitos de resíduos, cemitérios, praças, entre outros. Ao identificar nesses pontos uma larva do inseto, o protocolo orienta uma ação de vigilância em todos os imóveis num raio de 300 metros (ou nove quarteirões). Quando nessa delimitação é encontrado ao menos mais um único foco, o município passa à condição de infestado.

Após ser declarado como infestado, um município só sai dessa classificação ao permanecer 12 meses consecutivos sem identificar novos focos e se atender a outros critérios, como a comprovação de efetiva vigilância e o registro das atividades nos sistemas de informação.

Aumento de casos no país

A dengue teve um crescimento de 11% no país em 2018 em relação a 2017. Ao todo, segundo o Ministério da Saúde, foram mais de 265 mil casos prováveis, que se referem ao total de casos notificados (suspeitos) excluindo os descartados por diagnóstico laboratorial negativo ou diagnosticados para outras doenças. Somente em Goiás foram 86 mil casos, sendo o estado com maior incidência, seguido por Acre e Rio Grande do Norte. O Rio Grande do Sul foi, em 2018, o estado com menor incidência no país.

Medidas de prevenção contra o mosquito

A transmissão da dengue, zika e chikungunya ocorre pela picada do Aedes aegypti. O inseto tem, em média, menos de 1 centímetro de tamanho, é escuro e com riscos brancos nas patas, cabeça e corpo. Para se reproduzir, ele precisa de locais com água parada, que é onde ele deposita os ovos. Por isso, o cuidado para evitar a sua proliferação busca eliminar esses possíveis criadouros, impedindo o nascimento do inseto.

Entre as medidas, recomenda-se:

- Tampar caixas d'água, tonéis e latões;
- Guardar garrafas vazias viradas para baixo;
- Guardar pneus sob abrigos;
- Não acumular água nos pratos de vasos de plantas e enchê-los com areia;
- Manter desentupidos ralos, canos, calhas, toldos e marquises;
- Manter lixeiras fechadas;
- Manter piscinas tratadas o ano inteiro.

Texto: Ascom SES/RS
Edição: André Malinoski/Secom

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Relatório da Fepam aponta 24 pontos impróprios para banho no Rio Grande do Sul

O número de pontos impróprios para banho no Rio Grande do Sul subiu para 24, conforme o oitavo relatório de balneabilidade das praias gaúchas divulgado nesta sexta-feira (1º) pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam).

Nenhum ponto impróprio para banho está localizado no litoral.

Em Pelotas agora são sete pontos sem condições de banho na Praia do Laranjal.

Confira:

O ponto Santo Antônio - Restaurante;

Santo Antônio - Rua Bagé e Santo Antônio;

Avenida Rio Grande do Sul;

Balneário dos Prazeres;

Colônia Z-3;

Valverde - Pontal da Barra e Valverde;

Aki Pizza.

Permanecem impróprios para banho os seguintes pontos:

Balneário Caverá, no rio Ibirapuitã, em Alegrete;

Praia Recanto das Mulatas, no Lago Guaíba, em Barra do Ribeiro;

Balneário Rainha do Sol, no rio Ibicuí, em Manoel Viana;

Passo do Umbú, no rio Ibicuí, em São Vicente do Sul;

Balneário Fernando Schilling, no rio Jaguari, no município de Jaguari;

Balneário da Jacaquá, no rio Ibicuí, no município de São Francisco de Assis;

Balneário Passo do Verde, no rio Vacacaí, em Santa Maria;

Balneário Rebelo, na Lagoa dos Patos, em Tapes;

Balneário São Simão, no rio Santa Maria, em Cacequi;

Praia das Areias Brancas, no rio Santa Maria, em Rosário do Sul;

Praia Passo Real, no rio Ibicuí, em Dom Pedrito;

Balneário Pedro Osório, no rio Piratini, em Pedro Osório;

Balneário Poço das Pedras, no arroio Inhancundá, no município de São Francisco de Assis.

Em função das enchentes de alguns rios não foi possível coletar as amostras de água em quatro pontos monitorados, que foram incluídos na relação de locais impróprios pelo critério do princípio da precaução.

São eles:

Passo do Silvestre, no rio Ibicuí, em Itaqui;

Praia Nova, no rio Jacuí, em Cachoeira do Sul;

Balneário das Tunas, no rio Vacacaí, em Restinga Seca;

Balneário Santa Vitória, no rio Jacuí, em Rio Pardo.

Neste ano o projeto Balneabilidade ampliou para 44 o número de municípios monitorados, com a inclusão dos balneários de Pelotas e Tavares. Ampliou também o número de pontos monitorados para 94. Em Pelotas, a coleta e o monitoramento são de responsabilidade do Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas (Sanep).

Aplicativo informa condições de banho

A Fepam utiliza, além do site balneabilidade, o aplicativo com informações sobre a qualidade das águas em balneários gaúchos. Desenvolvido com o apoio da Procergs e do Corpo de Bombeiros, o serviço também disponibiliza as condições de segurança para banho e a previsão do tempo. O objetivo é facilitar a comunicação com os veranistas. Pelo site e pelo aplicativo é possível visualizar se as águas estão próprias ou impróprias para banho. Mesmo com a novidade, a Fepam optou por manter as tradicionais placas informativas nos locais onde as águas estiverem sem condições de banho.

O serviço pode ser acessado pelo computador ou no modo web app, não sendo necessário fazer download em lojas de aplicativos. O serviço funciona nos sistemas Android e iOS. Para ter o aplicativo no seu celular, basta acessar o site e criar o atalho.

O aplicativo também disponibiliza as condições de segurança para o banho de mar no Litoral Norte e Sul, nos locais onde ocorrem o monitoramento da qualidade da água. Divulgadas pelos Bombeiros, as informações obedecem ao mesmo critério de cor das bandeiras utilizadas nas guaritas dos guarda-vidas – verde para banho praticável, amarelo para banho com riscos relativos e vermelho para banho desaconselhável. O serviço ainda oferece informações de meteorologia, com a previsão do tempo, a temperatura e a velocidade do vento – nos pontos onde é realizada a balneabilidade.

Relatórios

O Projeto Balneabilidade deste verão terá duração de 16 semanas. O monitoramento está sendo realizado em 44 municípios do Litoral Norte, Médio e Sul, Lagoa dos Patos e das Regiões Hidrográficas do Guaíba e do Uruguai. As coletas e análises são feitas pela Fepam, Corsan e Sanep. Os resultados das análises da qualidade da água serão divulgados sempre às sextas-feiras, até 1º de março de 2019.

Os boletins são elaborados com base nos resultados das informações obtidas em cinco coletas realizadas nas semanas anteriores. Para analisar as condições bacteriológicas nas praias e balneários, são utilizados os parâmetros coliformes termotolerantes e escherichia coli, que indicam contaminação fecal, além da contagem de cianobactérias, organismos que podem causar intoxicações.

Os critérios do projeto consideram duas categorias de balneabilidade para águas doces, salobras e salinas – próprias ou impróprias para banho. São consideradas próprias quando os resultados de quatro ou mais das últimas cinco amostras coletadas no mesmo local constatarem quantidade de coliformes termotolerantes igual ou menor de mil ou quantidade de escherichia coli menor ou igual de 800 por cem mililitros.

São impróprias quando os resultados de uma ou mais das últimas cinco de amostras coletadas no mesmo local constatar mais de mil coliformes termotolerantes ou mais de 800 escherichia coli por cem mililitros, ou ainda, quando o valor obtido na última amostra for superior a 2,5 mil coliformes termotolerantes ou 2 mil escherichia coli por cem mililitros.

Texto: Catarina Gomes/Semai
Edição: André Malinoski/Secom

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Ação da Balada Segura será no Planeta Atlântida neste final de semana

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Agentes do DetranRS e policiais militares que atuam na Balada Segura no Litoral estarão, neste final de semana, concentrados no festival de música que acontece em Atlântida. As blitze focadas na embriaguez ao volante ocorrem nas imediações para prevenir que condutores dirijam sob efeito de álcool, tornando-se assim um perigo para o trânsito.

 

A Balada Segura está no Litoral desde 14 de dezembro, acompanhando o movimento nas praias. Somente neste veraneio, foram efetuadas 29 blitze e abordados mais de 2,3 mil motoristas.  As operações da Balada já flagraram (e retiraram de circulação) 302 condutores que dirigiam sob o efeito de álcool ou recusaram ao teste.  Também foram recolhidos  até agora 141 veículos e 322 CNHS irregulares neste verão.

 

Texto: Mariana Goldmeier Tochetto/ Ascom Detran
Edição: Léa Aragón/ Secom

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Relatório da Fepam aponta 24 pontos impróprios par...

Obra rompe adutora e deixa Gramado sem água

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Novo repasse garante 100% de atendimento a municípios com infestação de Aedes

Os 320 municípios com infestação de Aedes Aegypti no Rio Grande do Sul foram contemplados com um total de R$ 4.512.567,01 para ações de prevenção e controle do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Com a assinatura da resolução 46/19 da Comissão Intergestores Bipartite, nesta quinta-feira (31), a secretária da Saúde, Arita Bergmann, garantiu que mais 88 municípios recebam mais de R$ 2 milhões. Na semana passada, outras 232 cidades já haviam recebido R$ 2.473.550,95.

"Desta forma, 100% dos municípios infestados poderão contar com apoio e aporte financeiro para incrementar as ações de vigilância, especialmente as de prevenção e cuidado", ressaltou a
secretária. Segundo ela, o cálculo dos valores correspondentes a cada município foi definido de acordo com o número de habitantes. "Essa resolução aprova e autoriza a transferência de recursos tomando como base a taxa per capita de 0,49". No entanto, nenhum município receberá menos do que R$ 4 mil e haverá um teto, conforme faixa populacional.

O presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Consems), Diego Espíndola, considera que "tal medida mostra que é possível para o Estado encontrar ferramentas para ajudar a
municipalidade".

Entre os beneficiados com a nova resolução estão Panambi, da região Noroeste, cidade em que foi registrado o primeiro caso de dengue autóctone (contraída no RS) em 2019. Também estão contempladas grandes áreas urbanas como Porto Alegre, Canoas, Caxias do Sul, Pelotas e Novo Hamburgo.

As iniciativas fazem parte da estratégia de fortalecimento das áreas de saúde no período de veraneio, integrando a Operação Verão para Todos do governo do Estado.

Texto: Ascom SES
Edição: Gonçalo Valduga/Secom

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